Uso racional e emprego de produtos eficientes ajudam a reduzir até 75% os gastos com a luz elétrica
Reportagem: Giovanny Gerolla, Equipedeobra.com.br
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Luz natural
Prefira sempre a luz natural, abrindo persianas, venezianas ou, ao construir, prevendo claraboias e grandes vãos transparentes (vidro).
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Fluorescentes compactas
Troque as incandescentes pelas fluorescentes compactas em cozinhas, banheiros, serviços, áreas externas e outros ambientes em que a luz elétrica for usada por mais de três horas por dia. Elas têm durabilidade cinco ou seis vezes maior, além de eficiência de 60%.
Lâmpadas incandescentes
As lâmpadas incandescentes são mais baratas a princípio, mas muito menos eficientes. Só 5% de toda a energia que consomem se transforma em luz.
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Fluorescentes tubulares
Em canteiros, obras e barracões, assim como grandes espaços para cozinha, as fluorescentes tubulares (T5) são a melhor opção – também transformam 60% da energia elétrica que consomem em luz.
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Eficiência energética
O selo Procel “A” é ótimo indicador do que é melhor no quesito economia de energia. Já é possível trocar lâmpadas de 40 W (cujo reator, mais antigo, é do tipo magnético) por outras de 32 W, mais eficientes (com reator elétrico), o que significa que conseguem emitir maior quantidade de luz com menor consumo elétrico.
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Luminárias espelhadas
O uso de luminárias espelhadas, que refletem e espalham a luz, também pode reduzir o número de lâmpadas necessárias num mesmo ambiente.
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Sensores de movimento
Sensores de presença são indicados para escadas de prédios, circulações e iluminação externa (portarias e jardins) – as luzes se apagam quando não há ninguém. No caso da minuteria, o usuário aciona o botão e, depois de algum tempo, a luz se apaga sozinha.
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Rebaixo de gesso
Se o projeto de rebaixo de gesso prever lâmpadas embutidas, usar sempre produtos com refletor, para que a iluminação não fique perdida para o lado de dentro do forro!
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LEDs
Produtos de baixíssimo consumo de energia, os LEDs são modernos e mais caros, e funcionam como elementos decorativos – iluminando quadros, ou para leitura e outras aplicações mais restritas.
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Apoio técnico: Fernando Bacellar, coordenador de usos finais de energia elétrica da AES Eletropaulo; Guia Selo Casa Azul da Caixa Econômica Federal – Boas Práticas para Habitação mais Sustentável (Andrea Triana, Racine T. A. Prado e Roberto Lamberts).























