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	<title>Síndico TV, a TV do Síndico na Internet &#187; lei</title>
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	<description>TV Portal de notícias, artigos e vídeos para síndicos e condomínios</description>
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		<title>Lei veta venda de garagem a quem é de fora de prédio</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 18:28:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Boa notícia para a vida em condomínio: a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara aprovou projeto de lei do Senado que proíbe dono de imóvel residencial ou comercial de vender ou alugar vaga de garagem a pessoas de fora do prédio. Hoje, o Código Civil pede apenas que condôminos tenham prioridade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt">
<div id="attachment_720" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-720" title="Garagens2" src="http://www.sindicotv.net/wp-content/uploads/2010/02/Garagens2-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /><p class="wp-caption-text">Proposta aguarda somente sanção presidencial</p></div>
<p>Boa notícia para a vida em condomínio: a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara aprovou projeto de lei do Senado que proíbe dono de imóvel residencial ou comercial de vender ou alugar vaga de garagem a pessoas de fora do prédio. Hoje, o Código Civil pede apenas que condôminos tenham prioridade no negócio. A proposta segue agora para sanção presidencial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para muitos especialistas, essa não é uma discussão sobre propriedade, mas sobre a vida em condomínio. &#8220;Se a lei for sancionada não haverá mais brechas no Código Civil para se discutir uma questão que só coloca em risco a segurança de qualquer prédio&#8221;, diz o advogado Márcio Rachkorsky, consultor jurídico de 400 edifícios em São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enquanto a lei não entra em vigor, os condomínios têm tentado evitar esse tipo de problema elaborando regras internas rígidas, que claramente proíbem esse tipo de negócio. Em geral, dá certo. Dos 100 prédios administrados pela empresa Condovel, apenas um passou por essa experiência. Mas quando alguém apela para a Justiça, o prédio muitas vezes não tem como se defender. As informações são do jornal <strong>O Estado de S. Paulo</strong>.</p>
<p><em>Fonte: Diário do Grande ABC</em></p>
</div>
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		<title>Condomínios podem ser obrigados a instalar telhado ecológico</title>
		<link>http://www.sindicotv.net/condominios-podem-ser-obrigados-a-instalar-telhado-ecologico/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 03:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Câmara analisa o Projeto de Lei 1703/11, do deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP), que obriga os condomínios verticais com mais de três unidades agrupadas a instalar o chamado “telhado verde” em suas coberturas. O projeto define telhado verde como sendo uma cobertura de vegetação arquitetada sobre a laje de concreto ou a cobertura do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara analisa o Projeto de Lei 1703/11, do deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP), que obriga os condomínios verticais com mais de três unidades agrupadas a instalar o chamado “telhado verde” em suas coberturas.</p>
<div id="attachment_14512" class="wp-caption alignright" style="width: 239px"><img class="size-full wp-image-14512" title="deputado_mudalen" src="http://www.sindicotv.net/wp-content/uploads/2011/11/deputado_mudalen.jpg" alt="" width="229" height="150" /><p class="wp-caption-text">Mudalen: telhado ecológico é de fácil manutenção. Foto: Beto Oliveira</p></div>
<p>O projeto define telhado verde como sendo uma cobertura de vegetação arquitetada sobre a laje de concreto ou a cobertura do edifício. O objetivo da medida é melhorar o aspecto paisagístico, diminuir a ilha de calor, absorver o escoamento superficial de água, reduzir a demanda de ar condicionado e melhorar o microclima, com a transformação do dióxido de carbono (CO2) em oxigênio (O2) pela fotossíntese.</p>
<p>A proposta estabelece que os estados e o Distrito Federal serão responsáveis por definir as condições e os prazos para a adequação dos condomínios.</p>
<p><strong>Especificações</strong><br />
Segundo o texto, o telhado verde poderá ter vegetação extensiva (gramíneas) ou intensiva (arbustos), de preferência nativa, e resistente ao clima tropical e às variações de temperatura.</p>
<p>Somente será admitido como verde o telhado que tenha em sua composição as seguintes camadas: impermeabilização, proteção contra raízes, drenagem, filtragem, substrato e vegetação.</p>
<p>Ao mesmo tempo em que o projeto define que o telhado verde deverá prever as adequações técnicas necessárias para não servir de habitat para mosquitos ou pragas, o autor da proposta informa que um dos benefícios do telhado será a “formação de microssistema no telhado, com a presença de vários tipos de plantas, borboletas, joaninhas e pássaros”.</p>
<p><strong>EUA e Europa</strong><br />
Jorge Tadeu Mudalen destaca que o telhado verde é adotado em várias cidades dos Estados Unidos e da Europa, sendo a iniciativa recompensada por descontos nos impostos prediais, proporcionais à área da cobertura.</p>
<p>Na avaliação do parlamentar, “outra grande vantagem da iniciativa é a facilidade de manutenção do telhado, que não necessita de mão de obra especializada, não requer podas nem adubação contínua”.</p>
<p><strong>Tramitação</strong><br />
O projeto terá análise conclusiva das comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Desenvolvimento Urbano; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<div id="proposicao">
<h4>Íntegra da proposta:</h4>
<ul>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=510512" target="_blank">PL-1703/2011</a></li>
</ul>
</div>
<p><em>Reportagem &#8211; Rodrigo Bittar </em><br />
<em>Edição – Newton Araújo </em><br />
<em>Agência Câmara de Notícias</em></p>
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		<title>Condomínios têm dificuldade de seguir a lei</title>
		<link>http://www.sindicotv.net/condominios-tem-dificuldade-de-seguir-a-lei/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 02:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Falta de estrutura da Prefeitura dificulta a prática da ação Os condomínios residenciais, comerciais e industriais de Sorocaba são obrigados a separar os resíduos inorgânicos produzidos em suas dependências para o processo de reciclagem. A determinação consta na Lei 9.423 de 15 de dezembro de 2010, mas a falta de estrutura do serviço de coleta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5 id="linhao">Falta de estrutura da Prefeitura dificulta a prática da ação</h5>
<div id="attachment_14485" class="wp-caption alignleft" style="width: 206px"><img class="size-medium wp-image-14485" title="Lei Coleta Seletiva em Sorocaba" src="http://www.sindicotv.net/wp-content/uploads/2011/11/coleta_cooperativas-196x300.jpg" alt="" width="196" height="300" /><p class="wp-caption-text">As quatro cooperativas locais, especializadas no trabalho, não dão conta da demanda - Por: ADIVAL B. PINTO</p></div>
<p>Os condomínios residenciais, comerciais e industriais de Sorocaba são obrigados a separar os resíduos inorgânicos produzidos em suas dependências para o processo de reciclagem. A determinação consta na Lei 9.423 de 15 de dezembro de 2010, mas a falta de estrutura do serviço de coleta seletiva disponibilizado pela Prefeitura tem dificultado essa prática. Os síndicos e administradores desses locais dizem que as quatro cooperativas existentes na cidade, especializadas nesse trabalho, não conseguem dar conta da demanda.</p>
<p>O Centro de Estudos e Apoio ao Desenvolvimento, Emprego e Cidadania (Ceadec) afirma que falta estrutura para a coleta seletiva em Sorocaba. A presidente da entidade, Rita de Cássia Gonçalves Viana, tem um cálculo em mãos feito pelo governo municipal que comprova as dificuldades. Segundo ela, a cidade reaproveita uma média de 400 toneladas de metal, plástico, papel e vidro por mês. &#8220;Mas 4 mil toneladas vão para o aterro&#8221;, diz.</p>
<p>Rita ressalta ainda que Sorocaba precisa dar mais atenção aos resíduos inorgânicos, pois a partir de 2014 o município não poderá mais descartar esse tipo de material em aterros. &#8220;É preciso mais investimento nas cooperativas, tanto na contratação de pessoas quanto na aquisição de equipamentos, veículos e na melhoria da estrutura&#8221;, comenta.</p>
<p>Em Sorocaba funcionam quatro cooperativas de reciclagem de resíduos: Coreso, Cataris, Reviver e Ecoeso. cada uma é responsável pela coleta em determinadas áreas da cidade. Essa separação de metal, plástico, papel e vidro é feita no edifício Paraty, situado na rua da Penha, região central de Sorocaba. O material é colocado em contêineres específicos para o lixo reciclado, mas nenhuma cooperativa de Sorocaba compareceu ao local para retirar os resíduos.</p>
<p>O advogado Marcelo Aparecido de Camargo Sanches, morador e síndico do prédio, encaminhou há meses o pedido para a Cooperativa de Reciclagem de Sorocaba (Coreso). &#8220;Mas nunca tive resposta, eles nunca foram buscar o lixo&#8221;, diz. A solução dos moradores foi destinar os resíduos aos próprios funcionários do edifício. &#8220;As faxineiras e os porteiros levam esses lixos embora e os revendem&#8221;, diz.</p>
<p>Esse problema não é específico dos moradores do edifício Paraty. A Enter Administração Integrada de Condomínios coordena 60 estabelecimentos residenciais e comerciais da cidade e sente na pele toda essa dificuldade. Segundo o gerente administrativo da empresa, Ronaldo Mariano, apenas metade de seus clientes recebe a visita das cooperativas de reciclagem. &#8220;Fizemos o contato com a Secretaria de Finanças, cadastramos todos os condomínios, mas nem todos ainda foram atendidos com o serviço&#8221;, relata.</p>
<p><em>Fonte: Giuliano Bonamim, Jornal Cruzeiro do Sul</em></p>
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		<title>Condomínios com mais de 100 unidades podem ser obrigados a ter consultório de enfermagem</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 04:14:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Projeto de lei determina ainda que empreendimentos com salas de ginástica devem ter espaço para profissionais de educação física]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt">
<p>Rio &#8211; Um projeto de lei (PL) apresentado recentemente na Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) determina que condomínios residenciais com mais de 100 unidades que possuem academias ou salas de ginástica poderão ser obrigados a implantar consultórios para profissionais de enfermagem e educação física em suas dependências. O PL 980/2011, de autoria da deputada Enfermeira Rejane (PCdoB), alcança também clubes sociais e esportivos.</p>
<p>Em publicação em seu blog, o Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro (Secovi Rio) declarou-se de opinião contrária à aprovação do projeto. Segundo o Departamento Jurídico da entidade, a norma pode contribuir para que condomínios, especialmente aqueles localizados em regiões menos favorecidas, possam optar por eliminar áreas voltadas à prática de esportes devido aos consequentes aumentos nos custos de manutenção dessas instalações.</p>
<p>O Secovi ressalta ainda a diferença entre academias e salas de ginástica. Segundo a publicação do sindicato, as academias são estabelecimentos comerciais, subordinadas à lei municipal, enquanto as salas de ginástica presentes em condomínios deveriam ser tratadas como extensões da casa de cada condômino.</p>
<p>Assim, prossegue o Secovi, a proposição pretenderia regular a prática de ginástica na residência dos condôminos, o que esbarria no princípio constitucional de diferenciação de tratamento, uma vez que o projeto foca exclusivamente as residências lem condomínios com mais de 100 unidades.</p>
<p>A íntegra do projeto de lei está disponível no <a href="http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/scpro1115.nsf/18c1dd68f96be3e7832566ec0018d833/01ba707e28c4bc418325792e0058b4e8?OpenDocument" target="_blank">site da Alerj</a>.</p>
<p><em>Fonte: O Dia Online</em></p>
</div>
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		<title>Aviso prévio de até 90 dias começa a valer hoje</title>
		<link>http://www.sindicotv.net/aviso-previo-de-ate-90-dias-comeca-a-valer-hoje/</link>
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		<pubDate>Sun, 23 Oct 2011 17:40:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Além do direito já previsto em lei de 30 dias de aviso prévio, o trabalhador terá direito ao acréscimo de três dias a cada ano de serviço]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><em>Agência Estado</em></div>
<p>BRASÍLIA &#8211; O Diário Oficial da União traz hoje (13/10/2011) a sanção, sem vetos, da lei que aumenta para até 90 dias o tempo de concessão do aviso prévio nas demissões sem justa causa. O texto aprovado pelo Congresso Nacional aumenta o prazo do aviso prévio proporcionalmente ao tempo de serviço prestado na mesma empresa.</p>
<p>Assim, além do direito aos 30 dias de aviso prévio (já previsto em lei), o trabalhador terá direito ao acréscimo de três dias a cada ano de serviço, limitado a 90 dias de aviso prévio.</p>
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		<title>Secovi-SP esclarece a legalidade da cobrança de taxas em loteamento fechado e em condomínio</title>
		<link>http://www.sindicotv.net/secovi-sp-esclarece-a-legalidade-da-cobranca-de-taxas-em-loteamento-fechado-e-em-condominio/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 04:12:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sindicato da Habitação orienta as associações sobre os requisitos legais necessários para regular existência, bem como os direitos e deveres das partes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem compra um imóvel em loteamento fechado, cujos serviços  essenciais são mantidos por associação mediante a cobrança de taxa dos  proprietários, ainda que não tenha aderido formalmente às normas  estatutárias, está obrigado ao pagamento das contribuições?</p>
<p>A questão é polêmica, pois são crescentes as decisões judiciais  acerca da legalidade dessa cobrança. “Por isso, é preciso ter a devida  cautela quanto à superficialidade com que, muitas vezes, as  interpretações sobre determinadas decisões judiciais são levadas a  público”, afirma Mariângela Iamondi Machado, responsável pela diretoria  de Associações em Loteamentos Fechados da vice-presidência de  Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP.</p>
<p>A controvérsia aumenta à medida que a discussão sobre a possibilidade  da cobrança de contribuições associativas fica restrita somente à  questão do direito de alguém poder ou não se associar a uma entidade  civil ou, ainda, ao fato de essa associação ser ou não legalmente  constituída.</p>
<p>Mariângela explica que “as cotas de contribuição associativas,  devidas às associações de proprietários em loteamentos, não se equiparam  às cotas condominiais, cujos requisitos são diversos”. Por isso, não  devem ser confundidas nem por quem cobra, nem por quem é cobrado &#8212; e  menos ainda por quem julga esse tipo de demanda.</p>
<p>A orientação da diretora do Secovi-SP é para que algumas questões  sejam avaliadas, como a constituição legal da associação, a destinação  dos recursos obtidos por meio dessas cotas, que deve ser para os fins  estabelecidos nos estatutos sociais, e a prestação regular das contas  pelo corpo diretivo junto a seus associados.</p>
<p>Outro ponto para o qual Mariângela chama a atenção: a administração  da associação. “É imprescindível que ela seja exercida corretamente e  por profissionais habilitados, que adotem os controles apropriados de  prestação de contas, a fim de atender a comunidade e a legislação  pertinente”, destaca.</p>
<p>Ela salienta, finalmente, que o Sindicato orienta as associações  sobre os requisitos legais necessários para regular a existência das  associações, bem como os direitos e deveres.</p>
<p>“É preciso distinguir as associações regular e legalmente criadas,  que devem ser estimuladas e defendidas, daquelas claramente formadas na  ilegalidade, sem o cumprimento das disposições do Código Civil, que se  prestam apenas a oferecer serviços que não interessam às comunidades  supostamente representadas, ou que têm como intenção primeira a formação  de fundos e o estabelecimento de ações de mera natureza arrecadadora,  sob o pretexto de oferecer benefícios ilegais e irregulares, que não  foram deliberados por suas comunidades”, alerta a diretora do Secovi-SP.</p>
<p><em>Fonte: Secovi-SP</em></p>
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		<item>
		<title>Projeto que prevê exploração do mobiliário urbano é aprovado em SP</title>
		<link>http://www.sindicotv.net/projeto-que-preve-exploracao-do-mobiliario-urbano-e-aprovado-em-sp/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 04:28:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[sp]]></category>

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		<description><![CDATA[Lei, que precisa de sanção de Kassab, prevê instalar mil relógios digitais.
Período previsto para concessão a empresas terceirizadas é de 30 anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<p><em><strong>Marcelo Mora<br />
</strong> Do G1 SP</em></p>
</div>
</div>
<div id="materia-letra">
<div>
<div>
<div><img title="Relógio Paulista (Foto: Clara Velasco/G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/304x0/2011/01/28/paulista_2073_0201.jpg" alt="Relógio Paulista (Foto: Clara Velasco/G1)" width="304" height="228" /><br />
<strong>Projeto sobre o mobiliário urbano é<br />
 aprovado (Foto: Clara Velasco/G1)</strong></div>
<p>A Câmara Municipal aprovou na noite desta quarta-feira (21) projeto de  lei que trata da concessão a empresas terceirizadas da instalação,  manutenção e exploração publicitária de relógios digitais, de abrigos e  de totens de parada de ônibus. Por 37 votos a favor e apenas cinco  contra, os vereadores aprovaram o texto substitutivo do Executivo,  apresentado nesta quarta-feira, que prevê, além da recuperação e  manutenção do mobiliário urbano já existente na capital, a instalação de  mais mil relógios digitais e de até 16 mil pontos de parada de ônibus,  abrigos e painéis eletrônicos.</p>
<p>De acordo com o projeto, as características, dimensões, quantidades e  localização dos equipamentos de que trata a lei, bem como as normas de  exploração publicitária, dentre outras determinações, deverão ser  definidas no edital de licitação a ser anunciado pela Prefeitura. O  projeto segue agora para sanção do prefeito Gilberto Kassab.</p>
<p>O período de exploração do mobiliário urbano previsto pela lei para  a(s) empresa(s) vencedora(s) é de 30 anos. Os valores obtidos na  concessão deverão ser geridos pela SPObras. Do projeto, no entanto, não  consta o montante que deverá ser arrecadado pela Prefeitura com a  concessão.</p>
<p>Pelo texto aprovado, os relógios digitais deverão contar com duas faces  de painel publicitário, cada um com no máximo dois metros quadrados, e  só será admitida uma propaganda de cada lado. Além disso, o equipamento  poderá contar com câmeras de monitoramento do entorno, que possibilitem a  utilização de imagens, “em tempo real e de maneira remota, pelos  diversos órgãos públicos municipais, estaduais e federais”. Os pontos de  parada e abrigos, por outro lado, de acordo com o substitutivo, terão  de ser instalados sem câmeras.</p>
<p>Os vereadores votaram outras sete emendas ao projeto, mas nenhuma delas  foi aprovada. O vereador Claudio Fonseca (PPS), da base governista,  defendeu o texto substitutivo em plenário, mas fez algumas restrições.  &#8220;Comparado ao original, o substitutivo teve alterações que deixou mais  claro o projeto de lei. Acentua a necessidade de participação em  processo licitatório das empresas. Afasta um eventual vício que poderia  carregar na licitação, obrigando a seguir os atuais modelos dos relógios  existentes cujos contratos já venceram. No entanto, eu observo que é  necessário manter vínculo, através de uma emenda, para garantir que você  tenha os lotes para favorecer que você tenha a instalação de relógios,  de abrigos, de totens na periferia. Esses equipamentos não podem se  concentrar apenas onde as empresas comerciais têm interesse&#8221;, declarou.</p>
<p>Para a oposição, a Câmara concedeu mais um cheque em branco para o  prefeito. &#8220;O governo pôs no seu substitutivo que a licitação será feita  através de outorga onerosa, ou seja, será ofertado um recurso, mas não  diz quanto, não tem nenhum estudo sobre o impacto disso e não diz para  onde irão esses recursos, de que maneira serão utilizados. Então, é um  projeto extremamente vago, é mais um cheque em branco que a Câmara dá  para o executivo. Nós tememos que essa licitação seja dirigida para as  grandes empresas multinacionais&#8221;, destacou o vereador Antonio Donato  (PT).</p>
<p>Para o vereador Dalton Silvano (PV), ligado ao setor publicitário, o  fato de o substitutivo permitir o consórcio de empresas nacionais com  outras de fora do país, especializadas neste tipo de publicidade, é  positivo. “Já era esperado desde a implantação da lei Cidade Limpa este  projeto do governo e eu entendo que o mercado publicitário está  receptivo mas temeroso de não ter oportunidade de participar desse  processo licitação com chance de vitória. De qualquer forma, há a  possibilidade de se fazer a união entre as empresas para se fazer uma  parceria na exploração destes abrigos, 16 mil no total. O mercado  nacional não tem empresas especializadas em confecção do mobiliário  urbano”, disse.</p>
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		<title>Lei torna separação de lixo obrigatória nos condomínios</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 18:11:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Recife - Semana passada foi a lei da fila preferencial para quem faz compra com sacola retornável. Agora, o Diário Oficial do Recife publica lei que torna obrigatória a separação do lixo nos novos condomínios da cidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semana passada foi a <a href="http://www.recife.pe.gov.br/diariooficial/exibemateria.php?cedicacodi=101&amp;aedicaano=2011&amp;ccadercodi=2&amp;csecaocodi=2&amp;cmatercodi=1&amp;QP=sacola&amp;TP=" target="_blank">lei</a> da fila preferencial para quem faz compra com sacola retornável. Agora, o Diário Oficial do Recife publica <a href="http://www.recife.pe.gov.br/diariooficial/exibemateria.php?cedicacodi=102&amp;aedicaano=2011&amp;ccadercodi=2&amp;csecaocodi=2&amp;cmatercodi=1&amp;QP=lixo&amp;TP=" target="_blank">lei</a> &#8211; aprovada pela Câmara dos Vereadores e sancionada pelo prefeito &#8211; que  torna obrigatória a separação do lixo nos novos condomínios da cidade.   Mais um documento que serve para os nossos legisladores municipais  tentarem justificar o voto aos eleitores, mas que muito provavelmente  não vai sair do papel. Por falta, claro, de fiscalização, e de  compromisso da sociedade.</p>
<p><em>Fonte: Ciência e Meio Ambiente, por Verônica Falcão</em></p>
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		<title>Síndico e condôminos, uma relação de amor e ódio</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 01:58:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A difícil relação entre síndico e condôminos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para haver harmonia na vida em condomínio todos devem se esforçar. É  perfeitamente compreensível que a lei determine que um dos condôminos  seja eleito para representar o edifício como um todo. Essa prática,  aliás, é comprovadamente eficiente. Entende-se que impossível seria, em  uma edificação, ouvir a todos a qualquer instante que se tenha que tomar  uma decisão.</p>
<p>A quem deveria recorrer uma parte interessada? A quem deveria a justiça intimar ou ouvir nas questões que envolvem o condomínio?</p>
<p>De tal sorte que a lei, sabiamente, determina que, periodicamente, os  condôminos elejam um síndico que os representará para cumprir todas as  exigências legais que atinjam o condomínio como unidade e dará  seguimento à vontade da maioria, expressa nas votações em assembléias  gerais.</p>
<p>Nesse processo de escolha de um representante ao cargo, porém,  levantam-se certos pontos polêmicos: que estranho fascínio exerce sobre  as pessoas o fato de terem selecionado o síndico? Quais as diferenças  que marcam o eleito dos que o elegeram? Fato é que, uma vez definido o  ocupante ao cargo, tem-se início longos e intermináveis conflitos entre  as partes.</p>
<p>Não é somente uma questão de ser estilingue ou vidraça. Talvez o  proprietário, investido de um poder que não pretendia ou não estava  preparado, torna-se autoritário pelo cargo alcançado. Ou, ainda, o  despreparo dos demais co-proprietários gere uma insatisfação pela  visibilidade resultando em uma injustificada falta de cooperação mútua.</p>
<p>Parte desse conflito entre síndico e condôminos também pode ser  explicada por uma origem mais remota: os moradores de edifícios nas  grandes capitais pertenciam, primordialmente, a uma camada da sociedade  chamada classe média. E, consequentemente, as despesas de custeio desses  itens importantes para a manutenção do padrão almejado não  representavam uma parcela considerável de suas rendas. Mais além, é  possível inferir, mesmo sem dados estatísticos comprobatórios, que a  grande maioria de tais moradores era composta por proprietários.</p>
<p>Hoje, porém, a situação é diferente. O achatamento salarial, agravado  pela crise habitacional, fez com que a fixação do valor do condomínio  contribua para a abdicação de outros tópicos da economia doméstica. E,  em uma época em que a falta de segurança individual e a do patrimônio  atingem índices alarmantes, a população vê nos condomínios engradados e  protegidos a única opção viável de moradia. Assim, proprietários e  inquilinos dividem as agruras da convivência em comunidade.</p>
<p>Dentro desse complexo contexto, realizam-se as reuniões que decidem  os rumos da administração dos edifícios. O descontentamento pessoal  canaliza para essas sessões discussões e posicionamentos que em nada  engrandecem ou contribuem com o objeto principal das mesmas: a boa  administração do condomínio. Obviamente, tal clima tenso e  contraproducente tem sido o grande responsável por esvaziá-las. Os  moradores, quando podem, evitam comparecer às assembléias gerais.</p>
<p>O síndico, esse morador, vizinho, que eleito pela maioria, trabalha  voluntariamente pela comunidade, abdica de algumas horas de seu tempo de  lazer ou do convívio com a família para se dedicar ao interesse comum.  E, como recompensa, muitas vezes colhe somente críticas e incompreensão,  resultado da falta de entendimento de moradores de que seus direitos  terminam onde começa o dos demais.</p>
<p>Como, então, vencer ou reverter esse quadro? Talvez somente quando  começarmos a perceber que o debate com civilidade e a aceitação da  vontade da maioria, mesmo quando divergente da nossa, faz parte de um  processo democrático sadio e que consolida a evolução e o progresso de  que a comunidade necessita, e cujo exemplo se inicia dentro de casa.</p>
<p>Devemos compreender que somente será possível alcançar a harmonia na  vida em condomínio quando o esforço em favor do bem comum for despendido  por todos que a ele pertencem.</p>
<p><em>por Gabriel Karpat</em></p>
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		<title>Perguntas e Respostas Sobre a Nova Lei do Inquilinato</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 03:51:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Durante evento realizado no SECOVI–SP, Jaques Bushatsky, diretor de legislação do SECOVI-SP,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" width="437" height="370" id="viddler_639e2e13"><param name="movie" value="http://www.viddler.com/player/639e2e13/" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><embed src="http://www.viddler.com/player/639e2e13/" width="437" height="370" type="application/x-shockwave-flash" allowScriptAccess="always" allowFullScreen="true" name="viddler_639e2e13"></embed></object>
<p>Durante evento realizado no SECOVI–SP, Jaques Bushatsky, diretor de legislação do SECOVI-SP, e o Professor José Horácio Cintra Gonçalves Pereira, <span id="more-197"></span>Desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, respondem perguntas da platéia e dos internautas que acompanharam o evento ao vivo através da transmissão on line pela internet, sobre as vantagens e desvantagens da nova lei do inquilinato.</p>
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