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	<title>Síndico TV, a TV do Síndico na Internet &#187; imóveis</title>
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	<description>TV Portal de notícias, artigos e vídeos para síndicos e condomínios</description>
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		<title>SP: começa hoje (18) o Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 16:32:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Feirão da Caixa em SP deve repetir volume de negócios Mesmo com o cenário de redução dos juros para o crédito imobiliário, a expectativa da Caixa Econômica Federal para o Feirão da Casa Própria em São Paulo se manteve conservadora. O banco acredita que serão negociados cerca de 15 mil contratos, somando um montante de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5>Feirão da Caixa em SP deve repetir volume de negócios</h5>
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<p>Mesmo com o cenário de redução dos juros para o crédito imobiliário, a expectativa da Caixa Econômica Federal para o Feirão da Casa Própria em São Paulo se manteve conservadora. O banco acredita que serão negociados cerca de 15 mil contratos, somando um montante de R$ 2 bilhões, igual ao registrado no evento de 2011. &#8220;Acreditamos que é possível ultrapassar R$ 2 bilhões, mas a princípio, nossa estimativa é conservadora&#8221;, afirmou José Urbano Duarte, vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa.</p>
<p>Ele reiterou que o ciclo de redução dos juros tem mostrado impacto positivo no volume de financiamentos do banco, mas evitou atualizar as previsões sobre o desempenho do feirão. &#8220;É um evento curto (de 18 a 20 de maio), depende de outras condições como número de visitantes, o clima e o trânsito&#8221;, disse.</p>
<p>Urbano lembrou que o volume de concessão de crédito imobiliário, por exemplo, vem crescendo acima das previsões da Caixa. &#8220;Antes falávamos de R$ 96 bilhões em 2012, mas hoje o presidente da Caixa (Jorge Hereda) já subiu para R$ 100 bilhões devido ao nosso crescimento&#8221;.</p>
<p>Feirão</p>
<p>O evento na capital paulista oferecerá 217,5 mil unidades habitacionais. Destes, 193 mil são imóveis usados e 24,5 mil, imóveis novos prontos ou na planta, sendo 15,2 mil enquadrados no programa Minha Casa, Minha Vida.</p>
<p>O feirão oferece imóveis entre R$ 80 mil e cerca de R$ 2 milhões. O valor médio das unidades vendidas é estimado em R$ 145 mil, dos quais R$ 99 mil devem ser financiados. Mais de 70% dos financiamentos devem ser direcionados para a classe média.</p>
<p><em>Fonte: Agência Estado</em></p>
<h5><a title="Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal" href="http://globotv.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/v/sp-comeca-hoje-18-o-feirao-da-casa-propria-da-caixa-economica-federal/1952802/" target="_blank">Link para reportagem da Globo News</a>.</h5>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Secovi espera 15 mil pessoas na Feira de Imóveis</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Apr 2012 17:02:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 13 e 15 de abril, a Delegacia Regional Noroeste do Sindicato da Habitação e Condomínios (Secovi-PR) promoverá a 15ª Feira de Imóveis de Maringá. O evento, no Pavilhão de Indústria e Comércio &#8220;Christina Helena Barros&#8221;, do Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro, vai reunir mais de cem expositores, entre imobiliárias, construtoras, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 13 e 15 de abril, a Delegacia Regional Noroeste do Sindicato da Habitação e Condomínios (Secovi-PR) promoverá a 15ª Feira de Imóveis de Maringá. O evento, no Pavilhão de Indústria e Comércio &#8220;Christina Helena Barros&#8221;, do Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro, vai reunir mais de cem expositores, entre imobiliárias, construtoras, prestadores de serviços, revendas de material de decoração e instituições financeiras. A expectativa é a de que o público visitante supere a casa das 15 mil pessoas.</p>
<div>
<p>Para apresentar os detalhes sobre o evento, o Secovi realizou nesta quinta-feira um café da manhã. O encontro, na sede da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim), foi prestigiado por empresários do setor imobiliário, do ramo da construção civil, engenheiros, arquitetos, decoradores, jornalistas, líderes políticos, empresariais e convidados.</p>
<div id="FotoMeio">
<address>João Paulo Santos<br />
<img src="http://src.odiario.com/Imagem/2012/03/23/g_210853444.jpg" alt="" width="490" height="338" border="0" /><br />
Pelo segundo ano consecutivo, a Feira terá como eventos paralelos a Casa.com e a Exposíndico</address>
</div>
<p>De acordo com o vice-presidente Regional do Sindicato, Roberto Granado Martines, o Téo Granado, igual à edição do ano passado, além da Feira de Imóveis, serão organizadas a Casa.com e a Exposíndico. A primeira voltada para produtos, serviços e profissionais da decoração. A segunda direcionada para os condomínios. &#8220;Concentramos em um só lugar, ofertas para os interessados em comprar, vender, alugar, construir ou decorar um imóvel&#8221;, destaca.</p>
<div id="FotoDireita"><strong>SERVIÇO</strong></div>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-18250" title="15_feira_imoveis_maringa" src="http://www.sindicotv.net/wp-content/uploads/2012/04/15_feira_imoveis_maringa-140x300.jpg" alt="Síndico TV, a TV dos Síndicos e Condomínios na Internet" width="140" height="300" />Considerado um dos principais eventos do gênero do Sul do País, neste ano a Feira, segundo Téo Granado, vai apresentar uma série de lançamentos imobiliários na região, para atender todos os perfis de compradores. &#8220;Teremos desde empreendimentos voltados para as classes A e B, em Porto Rico, como loteamentos populares em Mandaguari, Paranavaí e na região de Sarandi&#8221;, ressalta.</p>
<p>O delegado Regional do Secovi acrescenta que o Banco do Brasil (BB), a Caixa Econômica Federal (CEF) e o Sicoob Metropolitano já confirmaram presença. O Sicoob vai oferecer linhas de crédito especiais para reformas, pinturas e melhorias para condomínios. O BB e a CEF atuarão no financiamento da casa própria.</p>
<p>Na avaliação dos expositores, a Feira de Imóveis é uma vitrina do segmento. Com a experiência de quem participou de todas as edições do evento, Claudiomar Barbosa Sandri, da Empreendimentos Imobiliários Sandri, afirma que a iniciativa é uma oportunidade para divulgar produtos, prospectar novos e fortalecer o relacionamento com os clientes antigos.</p>
<p>O empresário, que é presidente da Central de Negócios Imobiliários de Maringá, declara que a Feira ajuda a impulsionar os negócios imobiliários durante seis meses. &#8220;O volume de visitantes aumenta a cada nova edição. Muitos negócios não são fechados de imediato.</p>
<p>Alguns, pelas características, tem um tempo de maturação maior. Tem também aquela pessoa que vai ao evento, preenche o cadastro e lá na frente é que vai definir pela compra do bem&#8221;, afirma.</p>
<p><em>Fonte: odiario.com, por Eduardo Alves</em></p>
</div>
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		<title>Imóveis: absorção de condomínios logísticos fecha 2011 em alta</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 15:27:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A absorção de condomínios logísticos de alto padrão fechou o ano de 2011 com uma supreendente alta de 648%, em relação ao período anterior. No total, 1.095.913 metros quadrados foram ocupados. Os dados foram divulgados pela Colliers International Brasil. Segundo a empresa, os números ratificam a projeção de crescimento desse mercado e revelam a força [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A absorção de condomínios logísticos de alto padrão fechou o ano de 2011 com uma supreendente alta de 648%, em relação ao período anterior. No total, 1.095.913 metros quadrados foram ocupados. Os dados foram divulgados pela Colliers International Brasil.</p>
<p>Segundo a empresa, os números ratificam a projeção de crescimento desse mercado e revelam a força da região Sudeste na absorção de tais condomínios.</p>
<p>“Do total absorvido, 75% correspondem à região Sudeste e 15% à região Nordeste, sendo o Porto de Suape, em Pernambuco, um dos principais fatores que influenciaram no total absorvido da região”, informa a Colliers.</p>
<p>Preço médio</p>
<p>O levantamento divulgou ainda algumas alterações no preço médio nacional, especialmente no que diz respeito ao pedido de locação. A maioria dos imóveis aumentou em 2011, encerrando o ano com o preço mensal de locação de R$ 18,85 por metro quadrado, o que representa alta de 6,2% na comparação com o período anterior.</p>
<p>Quanto às regiões, as mais impactadas por tais mudanças foram as Sul, Centro-Oeste e Nordeste, que tiveram alta de 15%, 8% e 4%, respectivamente em seus preços. No entanto, as maiores médias nacionais permaneceram nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, onde os preços médios observados foram de R$ 25 m2 /mês e R$ 19,60 m2 /mês, respectivamente.</p>
<p>4º tri positivo</p>
<p>Outro dado divulgado pelo levantamento foram os resultados do 4º trimestre de 2011. Neste período, por exemplo, 253.407 metros quadrados foram absorvidos, número considerado positivo para o setor, já que representa uma alta de 27% em relação ao trimestre anterior.</p>
<p>São Paulo, Pernambuco e Minas Gerais foram os estados com maior participação neste total.</p>
<p>E como 2011 foi um ano marcado pela pré-locação de 71% do total líquido absorvido, a expectativa para este ano já é um pouco diferente. “Para 2012, 7% do inventário previsto a ser entregue no País, de 3,4 milhões de m2, está pré-locado”, informa a pesquisa.</p>
<p><em>Fonte: Infomoney, por Eliane Quinalia</em></p>
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		<title>Administradoras de imóveis passam à margem da crise</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 19:50:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO &#8211; As empresas que administram condomínios continuam crescendo ao largo da crise internacional. Ao contrário do cenário de incertezas externo, com o boom imobiliário no País e os investimentos em serviços mais dinâmicos, baseados em novidades tecnológicas, a previsão é de o setor ver incremento de 20% este ano, apoiado ainda na expansão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO &#8211; As empresas que administram condomínios continuam crescendo ao largo da crise internacional. Ao contrário do cenário de incertezas externo, com o boom imobiliário no País e os investimentos em serviços mais dinâmicos, baseados em novidades tecnológicas, a previsão é de o setor ver incremento de 20% este ano, apoiado ainda na expansão para o nordeste e centro-oeste.</p>
<p>Para ampliar o atendimento profissionalizado aos grandes empreendimentos, a Manager Administração de Condomínios lançou este mês a Assembleia Digital, um sistema virtual que aumenta a interação entre condomínios e moradores sem que eles precisem adequar os seus horários às reuniões. Com a novidade o grupo espera aumentar em 20% o faturamento de R$ 6,5 milhões em 2011. &#8220;A Assembleia Digital é uma ferramenta inovadora para o mercado que agrega muitos benefícios aos condôminos como maior conhecimento do condomínio, melhoria de convivência além de favorecer processos administrativos&#8221;, disse o diretor-executivo da Manager, Marcelo Mahtuk</p>
<p>Através do site é possível passar editais de convocações, além de inscrição e eleição de presidente e secretário, discussão com as intervenções do mediador, formatação da proposta, votação e encerramento com a apresentação da ata. A Assembleia de Condomínio Digital foi aprovada por unanimidade e realizada, pela primeira vez no Brasil, no maior condomínio urbano de São Paulo, Villagio de Panamby, um empreendimento com 950 apartamentos.</p>
<p>São essas inovações que, de acordo com José Luiz Moura, professor de economia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), e especialista em negócios imobiliários o setor deverá crescer a cima da média das construções no País. &#8220;É possível mensurar um crescimento a cima de 20% este ano&#8221;, diz o especialista. Ele explica que a razão do crescimento é resultado de muitos anos de não profissionalização do setor. &#8220;Muito além de ingressar nas novas construções há uma gama de condomínios que só agora perceberam a importância de uma administradora responsável&#8221;, declarou.</p>
<p>O professor afirma ainda que o setor movimentou cerca de R$ 5,2 bilhões em 2011 e o crescimento deve seguir em alta. &#8220;Pesquisas mostram cada vez mais novos negócios do setor, novas empresas entrando no mercado, muito pela demanda, e muito pelo baixo valor para iniciar um negócio&#8221;, diz.</p>
<p>E foi esta a aposta do cearense Luiz Vittal Silva, que abriu em janeiro de 2011 a Administradora Central. Com investimento na casa dos R$ 20 mil a empresa começou com dez funcionários e já triplicou de tamanho em um ano. &#8220;Começamos com apenas um contrato de administração, e hoje já estamos com cinco, triplicamos o número de funcionários, aumentamos a interatividade on-line e profissionalizamos serviços antes esquecidos na região&#8221;.</p>
<p>&#8220;A ideia de investir nesse setor&#8221;, explica o executivo, &#8220;veio quando notei um crescimento muito forte do mercado imobiliário no Ceará, por volta de 2010. Depois disso, juntei o capital inicial e começamos os trabalhos&#8221;, disse.</p>
<p>A expectativa do empresário é fechar o ano com um faturamento médio de R$ 5 milhões, valor considerado alto para uma empresa tão recente. &#8220;Aproveitamos um mercado em crescimento, em uma região em crescimento, e deu certo&#8221;, avalia.</p>
<p>Em média uma administradora cobra entre 5% e 7% do valor da arrecadação do condomínio e gerencia todas as folhas de pagamento, administração, logística e manutenção. &#8220;A ideia de uma boa controladora é ir além do simples síndico e zelador. Falamos de empresas com especialistas em economia, direito, logística e contabilidade. Cada vez mais parecido com uma empresa&#8221;, diz Moura.</p>
<p>Atualmente, o setor conta com cerca de 220 mil empregos diretos e esse volume, para Silva, é reflexo de profissionalização que envolve novos cursos para o segmento, além de palestras organizadas pela associação do setor. &#8220;Na minha opinião, é necessário que as administradoras estejam cada vez mais capacitadas para atender o perfil dos novos empreendimentos&#8221;, diz.</p>
<p>São Paulo em alta</p>
<p>E não é só o nordeste que apresenta altos níveis de crescimento, a verticalização da moradia em São Paulo também está impulsionando o crescimento em toda região metropolitana da cidade.</p>
<p>De acordo com uma pesquisa da Lello Imóveis, empresa de administração condominial, cerca de 20% dos empreendimentos são administrados por novos síndicos, que nunca tinham exercido o cargo antes e deparam-se com uma realidade diferente.</p>
<p>Segundo Márcia Romão, gerente de Relacionamento com o Cliente da Lello Condomínios, os novos ocupantes do cargo devem estar atentos a uma série de questões, incluindo as legislações federal, estadual e municipal que atingem os condomínios, e tomar algumas providências fundamentais para o início da gestão.</p>
<p><em>Fonte: DCI, por Paula Cristina</em></p>
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		<title>3 mil imóveis à venda no 5°Salão Imobiliário</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 19:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Compradores de imóveis terão a facilidade de encontrar, em um mesmo espaço físico, a oferta de mais de três mil unidades com perfis e preços variados. O 5° Salão Imobiliário de Pernambuco que será realizado no Centro de Convenções, durante cinco dias (entre 14 e 18 de março), reunirá 31 empresas que disponibilizarão aos visitantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Compradores de imóveis terão a facilidade de encontrar, em um mesmo espaço físico, a oferta de mais de três mil unidades com perfis e preços variados. O 5° Salão Imobiliário de Pernambuco que será realizado no Centro de Convenções, durante cinco dias (entre 14 e 18 de março), reunirá 31 empresas que disponibilizarão aos visitantes opções que vão do imóvel mais compacto ao de alto luxo, passando também pela sala comercial, home service e condomínio horizontal.</p>
<p>Entre os dias 14 e 16 de março, o Salão funcionará das 15h às 22h, e no sábado (17) e domingo (18) o evento tem o horário estendido e vai das 10h às 22h. Para garantir agilidade no momento da compra, dois bancos e de um cartório estarão oferecendo serviços aos compradores.</p>
<p>Os visitantes podem garantir acesso ao Salão, de forma gratuita, realizando um cadastro no site do evento. De posse da sua pré-inscrição, basta dirigir-se a um dos balcões do Centro de Convenções e retirar o crachá de visitante. A Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE) promotorá do evento, estima que mais de 15 mil pessoas visitem os 14 mil metros quadrados ocupados pelo Salão e que haja uma movimentação financeira superior a R$ 120 milhões. Para Marcello Chagas Gomes, vice-presidente da Instituição, ” o mercado pernambuco está aquecido e quando temos uma população com renda, isto reflete-se na possibilidade da efetivação da compra de um imóvel”.</p>
<div id="attachment_2321">
<p><img src="http://blogs.ne10.uol.com.br/peinvestimento/files/2012/02/aaa.jpg" alt="Síndico TV, a TV dos síndicos e condomínios" width="470" height="351" data-lazy-loaded="true" /><br />
Foto: Shirlene Marques</p>
</div>
<p><strong>CRÉDITO E RAPIDEZ -</strong> Para agilizar e dar segurança ao processo de aquisição do imóvel, os clientes poderão realizar o financiamento bancário via Banco do Brasil(BB) e Caixa Econômica Federal(CEF). Além disso, vão dispor dos serviços do 8° Cartório de Ofícios e Notas Ivanildo Figueiredo para fecharem os negócios.</p>
<p><strong>SEMINÁRIO -</strong> Durante os três dias do Salão será realizado o seminário ” A Cidade que Queremos”. A iniciativa busca levantar o debate sobre a melhoria na vida dos cidadãos e contará com a participação dos prefeitos de Recife, Olinda e Jaboatão, titulares dos cartórios de imóveis e técnicos da Ademi-PE. Estão patrocinando o evento a CEF, Secretaria Estadual de Turismo/Empetur, além do apoio do Sebrae-PE, do BB, da Copergás, do Núcleo de Seguros da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e do Grupo Camed.</p>
<p>Maiores informações estão disponíveis no site do <a href="http://www.jalan.com.br/eventos/salaoimobiliariope/" target="_blank">5° Salão Imobiliário de Pernambuco</a>.</p>
<p><em>Fonte: Pernambuco Investimento</em></p>
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		<title>Novo Termo de Ajustamento de Conduta permite inclusão de prazo de tolerância em contratos de imóveis na planta</title>
		<link>http://www.sindicotv.net/novo-termo-de-ajustamento-de-conduta-permite-inclusao-de-prazo-de-tolerancia-em-contratos-de-imoveis-na-planta/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 18:05:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TAC assinado pelo Secovi-SP e Ministério Público deixa o contrato mais claro sobre os atrasos nas obras. Medida é válida para São Paulo, mas pode se estender para outros Estados também O Sindicato da Habitação (Secovi-SP) e o Ministério Público Estadual de São Paulo (MP-SP) assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>TAC assinado pelo Secovi-SP e Ministério Público deixa o contrato mais claro sobre os atrasos nas obras. Medida é válida para São Paulo, mas pode se estender para outros Estados também</h4>
<div id="attachment_14723" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-14723" title="construcao_obra" src="http://www.sindicotv.net/wp-content/uploads/2011/12/construcao_obra.jpg" alt="" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">Segundo recomendações, prazo máximo de tolerância é de 180 dias</p></div>
<p>O Sindicato da Habitação (Secovi-SP) e o Ministério Público Estadual de São Paulo (MP-SP) assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para que as empresas incorporadoras sejam orientadas a incluir nos contratos de venda de imóveis na planta cláusulas sobre o prazo de tolerância para a entrega das obras.</p>
<p>Segundo comunicado divulgado pelo MP-SP, o sindicato ficará responsável por informar e orientar empresas incorporadoras para que incluam nos contratos de alienação de unidades autônomas cláusulas contratuais que dêem maior transparência e informações mais claras ao consumidor, como a de informação de prazo estimado da obra e o prazo de tolerância para conclusão da construção.</p>
<p>&#8220;O TAC não obriga empresa nenhuma a colocar as cláusulas em seus contratos. O Secovi-SP entende que são boas práticas que devem ser adotadas pelas incorporadoras&#8221;, disse João Crestana, presidente do Sindicato. &#8220;No caso de um julgamento, por exemplo, o juiz poderá levar o TAC em conta, a favor ou contra a incorporadora&#8221;, disse.</p>
<p>As incorporadoras poderão, ainda, incluir nos contratos uma cláusula de regramento do prazo de tolerância, que não poderá ser superior a 180 dias além do prazo estimado de obra. Também poderão encaminhar aos consumidores de cada empreendimento, periodicamente, relatórios informativos sobre o andamento das obras. Além disso, as empresas poderão informar, com antecedência mínima de 120 dias, se o prazo estimado da obra se estenderá pelo prazo de tolerância.</p>
<p>É recomendado que os contratos também contenham cláusulas penais para o caso de descumprimento pela incorporadora. No caso de ultrapassar o prazo de tolerância existente no contrato, a incorporadora receberá multa mínima de 2% sobre o valor já pago pelo comprador à incorporadora da obra, mais 0,5% por mês de atraso.</p>
<p><strong>Intolerância a atrasos</strong></p>
<p>Tramita na Câmara dos Deputados o projeto do deputado Eli Correa Filho (DEM-SP) para tornar nulas as cláusulas contratuais que instituírem tolerância para atraso na entrega da obra. De acordo com o Projeto de Lei 178/2011, no caso de atraso a construtora terá de pagar o correspondente a 2% do valor do contrato ao comprador e a multa deverá ser atualizada monetariamente e acrescida de juros de 1% ao mês, até a data efetiva da entrega.</p>
<p>O deputado alega que os problemas que possam ocorrer nas obras já estão considerados no prazo estipulado antes da entrega da obra e, por isso, não deveria haver prazo de tolerância. Segundo Crestana, o Secovi-SP entrou em contato com o deputado explicando a necessidade do prazo de tolerância. Eli Correa Filho teria afirmado que estudaria mais o caso.</p>
<p><em>Fonte: Piniweb, por Mauricio Lima</em></p>
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		<title>Chegou a hora de baixar os preços?</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 21:00:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Alta recorde do valor dos imóveis coloca apartamentos das metrópoles brasileiras entre os mais caros do mundo e já provoca um efeito indigesto: a queda no ritmo de vendas. Não é o momento de mudar esse cenário?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mariana Queiroz Barboza, IstoÉ</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9839846096707250.jpg" alt="chamada.jpg" /></p>
<p>Nos últimos anos, comprar um imóvel passou para a lista de prioridades de muitas famílias brasileiras. Emprego em alta, aumento da renda, expansão do crédito e uma enorme demanda reprimida construíram o cenário dos sonhos de qualquer incorporador. Desde 2009, a cidade de São Paulo viu nascer mais de 90 mil novas residências, marca muito acima das projeções dos empresários do setor. Com o mercado aquecido, os preços seguiram uma impressionante escalada. Segundo o Ibope Inteligência, entre abril de 2009 e outubro de 2011, o valor médio do metro quadrado de imóveis novos subiu 85% na capital paulista. Detalhe interessante: no mesmo período, a inflação foi de 14%. “Sabíamos que não estávamos vivendo uma realidade duradoura”, afirma Marcos França, diretor comercial da construtora Requadra, que pouco tempo atrás vendeu as 256 unidades de um de seus empreendimentos em apenas duas horas. Hoje em dia, é comum encontrar apartamentos de classe média (três dormitórios em bairros sofisticados) que custam mais de R$ 1 milhão. “O mercado está testando até onde vai o ponto de resistência do consumidor”, diz Antonio Carlos Ruótolo, diretor de geonegócios do Ibope. Alguns indicadores revelam que esse ponto máximo parece ter chegado. De acordo com dados do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), nos oito primeiros meses de 2011, as vendas de imóveis em São Paulo recuaram 24%.</p>
<p>A psicóloga Ana Paula Carta Correia e o engenheiro Carlos Pinto se surpreenderam ao procurar o primeiro imóvel. “Os preços estão inviáveis”, diz Ana Paula. Casados há um ano e meio, eles moram em um apartamento alugado na Gávea, bairro central do Rio de Janeiro. A busca do casal recebeu um empurrão quando o locatário colocou o imóvel à venda. O apartamento, que tem dois dormitórios e mede 80 metros quadrados, valia R$ 450 mil há dois anos. Agora, está cotado em R$ 800 mil. O casal procura imóveis avaliados em até R$ 650 mil, mas a busca tem sido em vão. Mesmo dispondo de uma boa soma de recursos, eles não conseguem encontrar nada muito interessante. “Se não der certo, vamos ter de desistir e continuar morando de aluguel até juntarmos mais dinheiro.” No Rio, a disparada de preços também foi motivada pela Olimpíada de 2016, que tem valorizado imóveis localizados principalmente nas regiões nobres. Apenas nos últimos seis meses, o valor do metro quadrado de imóveis novos subiu 18% na cidade. Nos edifícios comerciais de alto padrão, o metro quadrado da locação no Rio supera cidades como Nova York e Madri, segundo levantamento da Cushman &amp; Wakefield (leia quadro).</p>
<p><img title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9839861441476022.jpg" alt="img.jpg" /><br />
<strong>&#8220;A alta dos preços não foi artificial, pois havia uma demanda<br />
reprimida, mas alguns valores estavam além da realidade&#8221;</strong><strong><br />
Francisco Diogo Magnani, presidente da MZM Construtora</strong></p>
<p>“O que se vê é o ápice de um movimento de 15 anos”, afirma João Crestana, presidente do Secovi-SP. Segundo ele, os anos 90 foram uma década perdida para o setor imobiliário, período marcado por preços deprimidos e demanda tímida. “Os imóveis se readaptaram à nova realidade do Brasil”, diz Crestana. Significa, portanto, que os valores vão começar a cair? Não é bem assim. “Estamos muito próximos de um teto”, diz o executivo do Secovi. “A tendência é a estabilização.” Alguns empresários admitem que houve excessos. Presidente da MZM Construtora, uma das líderes do mercado paulista, Francisco Diogo Magnani afirma que a alta de preços não foi artificial, já que havia forte demanda reprimida, mas faz uma ressalva. “Alguns valores estavam além da realidade.” Para Newman Brito, diretor-executivo da Tecnisa, a queda de preços está longe de acontecer. “Uma desvalorização dos imóveis é totalmente impensável hoje no Brasil”, afirma o executivo. O que é certo é que alguns ajustes deverão ser feitos. A redução do ritmo de vendas provocou impactos negativos na cotação das ações das construtoras, que lideram as baixas do ano na Bovespa. As empresas, portanto, precisam mudar esse quadro. “Já não há mais razão estrutural, como aumento de custos da construção, para explicar a contínua alta de preços”, diz João da Rocha Lima Júnior, coordenador do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.</p>
<p><img title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9839934754536510.jpg" alt="img1.jpg" /></p>
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		<title>Os prós e contras do consórcio imobiliário</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 16:35:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para os muitos que não dispõem do montante para pagar à vista, a compra de um imóvel é uma decisão difícil, pois implica a contração de uma dívida alta e que se estenderá por vários anos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para os muitos que não dispõem do montante para pagar à vista, a compra de um imóvel é uma decisão difícil, pois implica a contração de uma dívida alta e que se estenderá por vários anos. “Uma das principais dúvidas de quem vai adquirir um imóvel é relacionada à forma de pagamento. O financiamento é fundamental para o mercado imobiliário e o comprador tem que pesquisar bem para escolher o melhor custo-benefício”, ressalta Bárbara Silva Freitas, responsável pela área financeira e administrativa da Primar Administradora de Bens.</p>
<p><strong>Vantagens</strong></p>
<p>O consórcio é uma das opções que está atraindo cada vez mais interessados em comprar imóveis. Somente nos três primeiros meses deste ano as vendas da carta de crédito aumentaram 11,3% comparado ao mesmo período de 2010. “Este sistema tem como vantagem o menor prazo para a liberação. Normalmente os consórcios duram de 60 a 180 meses, enquanto outros tipos de financiamento duram até 30 anos. É um período muito longo e que desestimula muita gente”, observa.</p>
<p>Outro benefício do consórcio é que o consumidor pode utilizar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) tanto para quitar a dívida e receber a carta de crédito antes do término previsto ou para dar lances com o mesmo objetivo. “A melhor opção é utilizar reservas de dinheiro para dar lances, que agilizam o processo. Se a pessoa for contemplada tem o direito de usar a carta para a compra do imóvel e vai continuar pagando as prestações normalmente”, destaca.</p>
<p>A carta de crédito pode ser utilizada para a compra de imóveis residenciais, comerciais, novos ou usados que estão localizados na área rural ou urbana. Não é estipulado valor máximo nem mínimo para a cota e os juros são menores do que os financiamentos tradicionais. “Não é exigida a comprovação de renda no momento da adesão, apenas quando o titular for contemplado, o que facilita a aquisição da cota e garante mais um ponto a favor desta modalidade de crédito”, acrescenta.</p>
<p><strong>Desvantagens</strong></p>
<p>A desvantagem está na obrigatoriedade do pagamento do fundo de reserva, das taxas administrativas e de adesão e dos seguros. Todos estes custos podem ser responsáveis por até 20% do valor total das prestações. “Cada negócio possui seus prós e contras e por isso é essencial conhecer todas as opções e escolher a que melhor se encaixa na sua realidade, sem comprometer o orçamento familiar e evitando arrependimentos futuros”, enfatiza.</p>
<p>O consórcio é ideal para quem não tem pressa, afinal não há garantia alguma de que o comprador será o primeiro a ser contemplado. Como há um grupo de pessoas aguardando a contemplação, não há como todos serem sorteados em uma única vez, ou seja, alguém sempre será o último. “Outra desvantagem que este sistema apresenta é que ao final do pagamento das prestações o valor da cota do consórcio pode ser menor ao do valor do imóvel desejado”, pontua.</p>
<p>Bárbara explica que nestes casos o proprietário da carta terá que investir mais dinheiro, proveniente de eventuais reservas ou outros recursos que a pessoa tenha disponível, para completar o valor do imóvel. “Caso contrário ele terá que procurar um bem em outro local, que tenha o mesmo valor da carta de crédito que foi adquirida. O problema é que podem haver dificuldades para encontrar outro imóvel que tenha características semelhantes ao que não pode ser comprado ou a localização pode gerar insatisfação”, alerta.</p>
<p><em>Fonte: Imovelweb</em></p>
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		<title>Imóveis abandonados pagarão mais IPTU</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 21:00:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Paraná - A medida visa acelerar processo de ocupação em imóveis subutilizados]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Curitiba vai aplicar o Imposto Predial Territorial  Urbano (IPTU) progressivo em seis imóveis abandonados da região do Paço  Municipal. A medida prevista no Estatuto da Cidade e em lei municipal  visa acelerar o processo de ocupação em imóveis subutilizados ou em  estado de abandono na região delimitada pela lei municipal nº 76, de 16  de dezembro de 2009.</p>
<p>A lei municipal que prevê o aumento  progressivo do IPTU foi aprovada junto com um pacote de incentivos  fiscais para comerciantes e moradores que restaurarem imóveis na região  do Paço Municipal, no Centro. </p>
<p>Os imóveis que devem receber  notificação do IPTU progressivo foram avaliados pelo Instituto de  Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc). Caso não sejam  tomadas providências em relação ao estado de abandono dos imóveis, o  IPTU subirá progressivamente no prazo de cinco anos até 15%. Se nada for  feito, a Prefeitura poderá até mesmo adquirir o terreno para quitar a  dívida.</p>
<p>Descontos &#8211; Por outro lado, os proprietários de imóveis  na mesma região, que fizerem melhorias poderão ter redução de IPTU, com  descontos de 50% a 100%. A Prefeitura também oferece isenção do Imposto  Sobre Serviço (ISS), do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis por  Atos Intervivos (ITBI), das Taxas de Licença para Execução de Obras e de  Vistoria de Conclusão de Obras.<br />
Os incentivos buscam trazer novas  atividades e moradores a áreas, principalmente, das ruas Riachuelo e São  Francisco, Praça 19 de Dezembro e o Passeio Público. O projeto também  inclui o quarteirão ao lado da Praça Tiradentes, formado pela praça e  pelas ruas José Bonifácio, Nestor de Castro e Rua do Rosário.</p>
<p>Poderá  ser concedida redução de IPTU aos proprietários de novas edificações,  ou aos que realizarem restauro ou reformas, e promovam a ocupação de  acordo com o uso definido no projeto aprovado.</p>
<p>Investimentos – A  região central da cidade, em especial o setor histórico, recebe  investimentos constantes da Prefeitura. Espaços importantes como o Paço  Municipal, praça Tiradentes, Rua Riachuelo e a Capela Santa Maria foram  obras de restauro que deram novo uso e ocupação de qualidade ao do  Centro da cidade.<br />
Agora, um novo pacote de obras seguirá com  revitalização das Ruas Carlos de Carvalho, São Francisco, Augusto  Stresser somadas a outras ações de segurança com Câmeras de  monitoramento, patrulhamento intensivo da Guarda Municipal.</p>
<p><em>Fonte: Bem Paraná, com PMC</em></p>
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		<title>Revitalização da Júlio de Castilhos deve valorizar imóveis em 35%</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Aug 2011 16:22:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Campo Grande/MS - A Ordem de Início de Serviço deverá acontecer no próximo dia 20 e as obras começarão já no dia 22 de agosto. Ao todo, as intervenções na via contam com investimentos de mais de R$ 18 milhões]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://www.correiodoestado.com.br/uploads/2011/08/2031485668.jpg"><img src="http://www.correiodoestado.com.br/imagem.php?imagem=uploads/2011/08/2031485668.jpg&amp;altura=500&amp;largura=280" alt="foto" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td align="left">Foto: Denilson Secreta</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">Avenida terá revitalização para desafogar trânsito</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Campo Grande/MS &#8211; Na noite de ontem (09/08) o prefeito Nelson Trad Filho deu sequência às  reuniões com comerciantes e moradores da Avenida Júlio de Castilho, com o  fim de explicar revitalização da via. De acordo com as explanações de  ontem, no trecho entre as ruas Capibaribe e Yokohama, haverá duas  frentes de trabalho, sendo uma centrada nas obras de drenagem e outra na  revitalização da via. O trecho que receberá manutenção de drenagem vai  da Avenida Presidente Vargas à Duque de Caxias.</p>
<p>A revitalização da via resultará em valorização imediata de pelo menos  35% nos imóveis da região, conforme estudo realizado pela Câmara de  Valores Imobiliários de Mato Grosso do Sul (CVI-MS). A Ordem de Início  de Serviço deverá acontecer no próximo dia 20 e as obras começarão já no  dia 22 de agosto. Ao todo, as intervenções na via contam com  investimentos de mais de R$ 18 milhões, sendo 95% do valor oriundo do  programa Pró-Transporte e 5% do Banco Interamericano de Desenvolvimento  (BID). Com duração de 14 meses, a obra será dividida em etapas – 10, ao  todo &#8211; com o fim propiciar o menor impacto possível à rotina de quem  transita pela Júlio de Castilhos.</p>
<p><strong>Reuniões</strong></p>
<p>Ao apresentar o detalhamento do projeto ao grupo de comerciantes e  moradores, Trad salientou que a obra de revitalização da via tem três  componentes importantes: a estruturação urbana, em função da  reestruturação paisagística; a mudança viária que irá dotar a avenida de  melhores condições de tráfego e o sistema de drenagem que vai  compatibilizar o sistema de captação de águas pluviais. “É importante  deixar claro que ninguém veio aqui com ‘achismos’. Nós só trouxemos  certezas, que estão baseadas num projeto bastante sério e que revela o  comprometimento de toda a equipe técnica por conta da alta qualidade.  Aqui, queremos falar com as pessoas para explicar a todos o que vai  acontecer e como essas pessoas serão beneficiadas com a obra”, explica o  prefeito.</p>
<p>A reunião de ontem contou com a equipe técnica do projeto, dentre os  quais estão o secretário municipal de Infraestrutura (Seintrha) João  Antonio De Marco, a coordenadora da Unidade de Programas e Projetos  Especiais (UPPE) Eliane Detoni, além de representantes da Agência  Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) e da empreiteira Consegv,  vencedora da licitação e executora das obras. Comerciantes e moradores  que estiveram na reunião puderam tirar suas dúvidas e inclusive dar  sugestões quanto ás interdições.</p>
<p>Segundo o prefeito, o que vai dar menos desconforto, evitar transtornos  e prejuízos é a informação. Os envolvidos serão avisados dos períodos  de obras. “Temos os recursos para as obras e a determinação de fazer a  mudança. Vamos evitar ao máximo o desconforto”, afirmou Trad Filho. De  acordo com o diretor de Trânsito da Agetran, Janine Bruno, em cada  trecho interditado serão apresentadas soluções de vias alternativas, os  agentes de trânsito estarão presentes orientando os motoristas para os  desvios e auxiliando no uso de outros acessos.</p>
<p><strong>Revitalização </strong></p>
<p>A Avenida Júlio de Castilho caracteriza-se como uma das principais vias  de acesso a diversos bairros densamente povoados da região oeste de  Campo Grande. Possui, ao longo de seu traçado, larguras variadas  decorrentes do alinhamento predial irregular, situação que gera vários  problemas relacionados à circulação, conforto e segurança na via. A  avenida e ruas adjacentes contam ainda com drenagem incompatível e  insuficiente.</p>
<p>O projeto de revitalização da Avenida Júlio de Castilho vai solucionar  essas questões com a reestruturação de 6,8 quilômetros de via com 3,3  quilômetros de drenagem de águas pluviais e mais 9,7 quilômetros nas  ruas vizinhas, promovendo a readequação do sistema de drenagem. As  mudanças irão resultar em um melhor funcionamento e fluidez no trânsito,  dando maior segurança ao pedestre e ao ciclista, trazendo qualidade de  uso da via e melhor mobilidade urbana. A nova via, mais moderna, vai  gerar melhores condições urbanas e ambientais, fatores que resultarão na  valorização dos imóveis não só ao longo da via, como também nas suas  proximidades.</p>
<p><strong>Ciclovias</strong></p>
<p>Uma pesquisa de origem e destino de ciclistas da região foi realizada  há três anos, época em que o projeto de revitalização começou a ser  discutido. Com o levantamento, foi possível apontar rotas cicloviárias  alternativas, que deverão se interligar com as novas ciclovias de  complexos viários que serão inaugurados em breve.</p>
<p><strong>Detalhamento do projeto</strong></p>
<p>O projeto desenvolvido pela UPPE da Prefeitura prevê intervenções que  vão desde a criação de duas faixas de rolamento, incluindo faixa  preferencial para o transporte público e a implantação de canteiros  centrais e manutenção de canteiros existentes. Acabam as conversões à  esquerda com a via recebendo laços de quadra. Com o fim das rotatórias,  terá 17 conjuntos semafóricos sincronizados com a chamada onda verde.</p>
<p>Com a revitalização, a Júlio de Castilho passará a contar com soluções  de acessibilidade com a execução de 13,6 quilômetros de calçadas com  piso tátil e organização visual ao longo das calçadas, por meio de  paginação personalizada de faixa de dois metros, distribuição de  mobiliário e rebaixamentos de meio fio com rampas nas travessias e  pontos de ônibus padronizados. Serão instalados 38 abrigos em paradas de  ônibus.</p>
<p>No aspecto paisagístico, a via passará por mudança na iluminação,  reestruturação de duas praças e criação de 10 largos com áreas  sombreadas para descanso. A via receberá uma nova arborização, com o  plantio de mudas de árvores ao longo de toda a avenida.</p>
<p>As mudanças vão contribuir para que a Avenida Julio de Castilho  complete a integração do complexo viário da região oeste da cidade, o  que irá garantir melhor integração da malha viária e do sistema de  transporte coletivo. Tudo isso irá oferecer agilidade a partir da  racionalidade no sistema viário, além de conforto e segurança à  população usuária.</p>
<p><strong>Histórico </strong></p>
<p>Com a implantação dos corredores de transporte coletivo nos anos de  1970, houve um rápido adensamento populacional na região que circunda a  Júlio de Castilho. A importância da via se consolidou na década de 1990  com a implantação do Terminal de Transbordo que leva o nome da via,  transformando a avenida em um dos principais corredores de transporte  público de Campo Grande. Esta situação contribuiu para o desenvolvimento  da região, mas gerou vários problemas em relação à circulação, conforto  e segurança na via.</p>
<p>Dotada de intenso fluxo de pessoas e canalizando todo o tráfego da  região, a avenida Júlio de Castilho caracteriza-se como uma artéria  comercial e de serviços da região oeste em franca expansão. Atualmente, é  o terceiro maior corredor de transporte coletivo da cidade,  transportando aproximadamente 600 mil passageiros/mês e beneficiando uma  população diretamente atendida de 120 mil pessoas.</p>
<p>Programação de interdições ao longo dos 14 meses de obras:<br />
 Etapa 1 &#8211; Avenida Duque de Caxias até rua Timóteo<br />
 Etapa 2 &#8211; Rua Timóteo até rua Capibaribe<br />
 Etapa 3 &#8211; Rua Capibaribe até rua Iokohama<br />
 Etapa 4 &#8211; Rua Iokohama até rua Guiratinga<br />
 Etapa 5 &#8211; Rua Guiratinga até rua Manoel Ferreira<br />
 Etapa 6 &#8211; Rua Manoel Ferreira até avenida Presidente Vargas<br />
 Etapa 7 &#8211; Avenida Presidente Vargas até avenida dos Crisântemos<br />
 Etapa 8 &#8211; Avenida dos Crisântemos até avenida Aeroclube<br />
 Etapa 9 &#8211; Avenida Aeroclube até rua Itaipu<br />
 Etapa 10 -Rua Itaipu até avenida Noroeste</p>
<p><em>Fonte: Correio do Estado</em></p>
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