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	<title>Síndico TV &#187; imóveis</title>
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	<description>TV Portal de notícias, artigos e vídeos para síndicos e condomínios</description>
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		<title>Novo Termo de Ajustamento de Conduta permite inclusão de prazo de tolerância em contratos de imóveis na planta</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 18:05:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TAC assinado pelo Secovi-SP e Ministério Público deixa o contrato mais claro sobre os atrasos nas obras. Medida é válida para São Paulo, mas pode se estender para outros Estados também O Sindicato da Habitação (Secovi-SP) e o Ministério Público Estadual de São Paulo (MP-SP) assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>TAC assinado pelo Secovi-SP e Ministério Público deixa o contrato mais claro sobre os atrasos nas obras. Medida é válida para São Paulo, mas pode se estender para outros Estados também</h4>
<div id="attachment_14723" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-14723" title="construcao_obra" src="http://www.sindicotv.net/wp-content/uploads/2011/12/construcao_obra.jpg" alt="" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">Segundo recomendações, prazo máximo de tolerância é de 180 dias</p></div>
<p>O Sindicato da Habitação (Secovi-SP) e o Ministério Público Estadual de São Paulo (MP-SP) assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para que as empresas incorporadoras sejam orientadas a incluir nos contratos de venda de imóveis na planta cláusulas sobre o prazo de tolerância para a entrega das obras.</p>
<p>Segundo comunicado divulgado pelo MP-SP, o sindicato ficará responsável por informar e orientar empresas incorporadoras para que incluam nos contratos de alienação de unidades autônomas cláusulas contratuais que dêem maior transparência e informações mais claras ao consumidor, como a de informação de prazo estimado da obra e o prazo de tolerância para conclusão da construção.</p>
<p>&#8220;O TAC não obriga empresa nenhuma a colocar as cláusulas em seus contratos. O Secovi-SP entende que são boas práticas que devem ser adotadas pelas incorporadoras&#8221;, disse João Crestana, presidente do Sindicato. &#8220;No caso de um julgamento, por exemplo, o juiz poderá levar o TAC em conta, a favor ou contra a incorporadora&#8221;, disse.</p>
<p>As incorporadoras poderão, ainda, incluir nos contratos uma cláusula de regramento do prazo de tolerância, que não poderá ser superior a 180 dias além do prazo estimado de obra. Também poderão encaminhar aos consumidores de cada empreendimento, periodicamente, relatórios informativos sobre o andamento das obras. Além disso, as empresas poderão informar, com antecedência mínima de 120 dias, se o prazo estimado da obra se estenderá pelo prazo de tolerância.</p>
<p>É recomendado que os contratos também contenham cláusulas penais para o caso de descumprimento pela incorporadora. No caso de ultrapassar o prazo de tolerância existente no contrato, a incorporadora receberá multa mínima de 2% sobre o valor já pago pelo comprador à incorporadora da obra, mais 0,5% por mês de atraso.</p>
<p><strong>Intolerância a atrasos</strong></p>
<p>Tramita na Câmara dos Deputados o projeto do deputado Eli Correa Filho (DEM-SP) para tornar nulas as cláusulas contratuais que instituírem tolerância para atraso na entrega da obra. De acordo com o Projeto de Lei 178/2011, no caso de atraso a construtora terá de pagar o correspondente a 2% do valor do contrato ao comprador e a multa deverá ser atualizada monetariamente e acrescida de juros de 1% ao mês, até a data efetiva da entrega.</p>
<p>O deputado alega que os problemas que possam ocorrer nas obras já estão considerados no prazo estipulado antes da entrega da obra e, por isso, não deveria haver prazo de tolerância. Segundo Crestana, o Secovi-SP entrou em contato com o deputado explicando a necessidade do prazo de tolerância. Eli Correa Filho teria afirmado que estudaria mais o caso.</p>
<p><em>Fonte: Piniweb, por Mauricio Lima</em></p>
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		<title>Chegou a hora de baixar os preços?</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 21:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alta recorde do valor dos imóveis coloca apartamentos das metrópoles brasileiras entre os mais caros do mundo e já provoca um efeito indigesto: a queda no ritmo de vendas. Não é o momento de mudar esse cenário?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mariana Queiroz Barboza, IstoÉ</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9839846096707250.jpg" alt="chamada.jpg" /></p>
<p>Nos últimos anos, comprar um imóvel passou para a lista de prioridades de muitas famílias brasileiras. Emprego em alta, aumento da renda, expansão do crédito e uma enorme demanda reprimida construíram o cenário dos sonhos de qualquer incorporador. Desde 2009, a cidade de São Paulo viu nascer mais de 90 mil novas residências, marca muito acima das projeções dos empresários do setor. Com o mercado aquecido, os preços seguiram uma impressionante escalada. Segundo o Ibope Inteligência, entre abril de 2009 e outubro de 2011, o valor médio do metro quadrado de imóveis novos subiu 85% na capital paulista. Detalhe interessante: no mesmo período, a inflação foi de 14%. “Sabíamos que não estávamos vivendo uma realidade duradoura”, afirma Marcos França, diretor comercial da construtora Requadra, que pouco tempo atrás vendeu as 256 unidades de um de seus empreendimentos em apenas duas horas. Hoje em dia, é comum encontrar apartamentos de classe média (três dormitórios em bairros sofisticados) que custam mais de R$ 1 milhão. “O mercado está testando até onde vai o ponto de resistência do consumidor”, diz Antonio Carlos Ruótolo, diretor de geonegócios do Ibope. Alguns indicadores revelam que esse ponto máximo parece ter chegado. De acordo com dados do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), nos oito primeiros meses de 2011, as vendas de imóveis em São Paulo recuaram 24%.</p>
<p>A psicóloga Ana Paula Carta Correia e o engenheiro Carlos Pinto se surpreenderam ao procurar o primeiro imóvel. “Os preços estão inviáveis”, diz Ana Paula. Casados há um ano e meio, eles moram em um apartamento alugado na Gávea, bairro central do Rio de Janeiro. A busca do casal recebeu um empurrão quando o locatário colocou o imóvel à venda. O apartamento, que tem dois dormitórios e mede 80 metros quadrados, valia R$ 450 mil há dois anos. Agora, está cotado em R$ 800 mil. O casal procura imóveis avaliados em até R$ 650 mil, mas a busca tem sido em vão. Mesmo dispondo de uma boa soma de recursos, eles não conseguem encontrar nada muito interessante. “Se não der certo, vamos ter de desistir e continuar morando de aluguel até juntarmos mais dinheiro.” No Rio, a disparada de preços também foi motivada pela Olimpíada de 2016, que tem valorizado imóveis localizados principalmente nas regiões nobres. Apenas nos últimos seis meses, o valor do metro quadrado de imóveis novos subiu 18% na cidade. Nos edifícios comerciais de alto padrão, o metro quadrado da locação no Rio supera cidades como Nova York e Madri, segundo levantamento da Cushman &amp; Wakefield (leia quadro).</p>
<p><img title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9839861441476022.jpg" alt="img.jpg" /><br />
<strong>&#8220;A alta dos preços não foi artificial, pois havia uma demanda<br />
reprimida, mas alguns valores estavam além da realidade&#8221;</strong><strong><br />
Francisco Diogo Magnani, presidente da MZM Construtora</strong></p>
<p>“O que se vê é o ápice de um movimento de 15 anos”, afirma João Crestana, presidente do Secovi-SP. Segundo ele, os anos 90 foram uma década perdida para o setor imobiliário, período marcado por preços deprimidos e demanda tímida. “Os imóveis se readaptaram à nova realidade do Brasil”, diz Crestana. Significa, portanto, que os valores vão começar a cair? Não é bem assim. “Estamos muito próximos de um teto”, diz o executivo do Secovi. “A tendência é a estabilização.” Alguns empresários admitem que houve excessos. Presidente da MZM Construtora, uma das líderes do mercado paulista, Francisco Diogo Magnani afirma que a alta de preços não foi artificial, já que havia forte demanda reprimida, mas faz uma ressalva. “Alguns valores estavam além da realidade.” Para Newman Brito, diretor-executivo da Tecnisa, a queda de preços está longe de acontecer. “Uma desvalorização dos imóveis é totalmente impensável hoje no Brasil”, afirma o executivo. O que é certo é que alguns ajustes deverão ser feitos. A redução do ritmo de vendas provocou impactos negativos na cotação das ações das construtoras, que lideram as baixas do ano na Bovespa. As empresas, portanto, precisam mudar esse quadro. “Já não há mais razão estrutural, como aumento de custos da construção, para explicar a contínua alta de preços”, diz João da Rocha Lima Júnior, coordenador do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.</p>
<p><img title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9839934754536510.jpg" alt="img1.jpg" /></p>
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		<title>Os prós e contras do consórcio imobiliário</title>
		<link>http://www.sindicotv.net/os-pros-e-contras-do-consorcio-imobiliario/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 16:35:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para os muitos que não dispõem do montante para pagar à vista, a compra de um imóvel é uma decisão difícil, pois implica a contração de uma dívida alta e que se estenderá por vários anos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para os muitos que não dispõem do montante para pagar à vista, a compra de um imóvel é uma decisão difícil, pois implica a contração de uma dívida alta e que se estenderá por vários anos. “Uma das principais dúvidas de quem vai adquirir um imóvel é relacionada à forma de pagamento. O financiamento é fundamental para o mercado imobiliário e o comprador tem que pesquisar bem para escolher o melhor custo-benefício”, ressalta Bárbara Silva Freitas, responsável pela área financeira e administrativa da Primar Administradora de Bens.</p>
<p><strong>Vantagens</strong></p>
<p>O consórcio é uma das opções que está atraindo cada vez mais interessados em comprar imóveis. Somente nos três primeiros meses deste ano as vendas da carta de crédito aumentaram 11,3% comparado ao mesmo período de 2010. “Este sistema tem como vantagem o menor prazo para a liberação. Normalmente os consórcios duram de 60 a 180 meses, enquanto outros tipos de financiamento duram até 30 anos. É um período muito longo e que desestimula muita gente”, observa.</p>
<p>Outro benefício do consórcio é que o consumidor pode utilizar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) tanto para quitar a dívida e receber a carta de crédito antes do término previsto ou para dar lances com o mesmo objetivo. “A melhor opção é utilizar reservas de dinheiro para dar lances, que agilizam o processo. Se a pessoa for contemplada tem o direito de usar a carta para a compra do imóvel e vai continuar pagando as prestações normalmente”, destaca.</p>
<p>A carta de crédito pode ser utilizada para a compra de imóveis residenciais, comerciais, novos ou usados que estão localizados na área rural ou urbana. Não é estipulado valor máximo nem mínimo para a cota e os juros são menores do que os financiamentos tradicionais. “Não é exigida a comprovação de renda no momento da adesão, apenas quando o titular for contemplado, o que facilita a aquisição da cota e garante mais um ponto a favor desta modalidade de crédito”, acrescenta.</p>
<p><strong>Desvantagens</strong></p>
<p>A desvantagem está na obrigatoriedade do pagamento do fundo de reserva, das taxas administrativas e de adesão e dos seguros. Todos estes custos podem ser responsáveis por até 20% do valor total das prestações. “Cada negócio possui seus prós e contras e por isso é essencial conhecer todas as opções e escolher a que melhor se encaixa na sua realidade, sem comprometer o orçamento familiar e evitando arrependimentos futuros”, enfatiza.</p>
<p>O consórcio é ideal para quem não tem pressa, afinal não há garantia alguma de que o comprador será o primeiro a ser contemplado. Como há um grupo de pessoas aguardando a contemplação, não há como todos serem sorteados em uma única vez, ou seja, alguém sempre será o último. “Outra desvantagem que este sistema apresenta é que ao final do pagamento das prestações o valor da cota do consórcio pode ser menor ao do valor do imóvel desejado”, pontua.</p>
<p>Bárbara explica que nestes casos o proprietário da carta terá que investir mais dinheiro, proveniente de eventuais reservas ou outros recursos que a pessoa tenha disponível, para completar o valor do imóvel. “Caso contrário ele terá que procurar um bem em outro local, que tenha o mesmo valor da carta de crédito que foi adquirida. O problema é que podem haver dificuldades para encontrar outro imóvel que tenha características semelhantes ao que não pode ser comprado ou a localização pode gerar insatisfação”, alerta.</p>
<p><em>Fonte: Imovelweb</em></p>
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		<title>Imóveis abandonados pagarão mais IPTU</title>
		<link>http://www.sindicotv.net/imoveis-abandonados-pagarao-mais-iptu/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 21:00:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Paraná - A medida visa acelerar processo de ocupação em imóveis subutilizados]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Curitiba vai aplicar o Imposto Predial Territorial  Urbano (IPTU) progressivo em seis imóveis abandonados da região do Paço  Municipal. A medida prevista no Estatuto da Cidade e em lei municipal  visa acelerar o processo de ocupação em imóveis subutilizados ou em  estado de abandono na região delimitada pela lei municipal nº 76, de 16  de dezembro de 2009.</p>
<p>A lei municipal que prevê o aumento  progressivo do IPTU foi aprovada junto com um pacote de incentivos  fiscais para comerciantes e moradores que restaurarem imóveis na região  do Paço Municipal, no Centro. </p>
<p>Os imóveis que devem receber  notificação do IPTU progressivo foram avaliados pelo Instituto de  Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc). Caso não sejam  tomadas providências em relação ao estado de abandono dos imóveis, o  IPTU subirá progressivamente no prazo de cinco anos até 15%. Se nada for  feito, a Prefeitura poderá até mesmo adquirir o terreno para quitar a  dívida.</p>
<p>Descontos &#8211; Por outro lado, os proprietários de imóveis  na mesma região, que fizerem melhorias poderão ter redução de IPTU, com  descontos de 50% a 100%. A Prefeitura também oferece isenção do Imposto  Sobre Serviço (ISS), do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis por  Atos Intervivos (ITBI), das Taxas de Licença para Execução de Obras e de  Vistoria de Conclusão de Obras.<br />
Os incentivos buscam trazer novas  atividades e moradores a áreas, principalmente, das ruas Riachuelo e São  Francisco, Praça 19 de Dezembro e o Passeio Público. O projeto também  inclui o quarteirão ao lado da Praça Tiradentes, formado pela praça e  pelas ruas José Bonifácio, Nestor de Castro e Rua do Rosário.</p>
<p>Poderá  ser concedida redução de IPTU aos proprietários de novas edificações,  ou aos que realizarem restauro ou reformas, e promovam a ocupação de  acordo com o uso definido no projeto aprovado.</p>
<p>Investimentos – A  região central da cidade, em especial o setor histórico, recebe  investimentos constantes da Prefeitura. Espaços importantes como o Paço  Municipal, praça Tiradentes, Rua Riachuelo e a Capela Santa Maria foram  obras de restauro que deram novo uso e ocupação de qualidade ao do  Centro da cidade.<br />
Agora, um novo pacote de obras seguirá com  revitalização das Ruas Carlos de Carvalho, São Francisco, Augusto  Stresser somadas a outras ações de segurança com Câmeras de  monitoramento, patrulhamento intensivo da Guarda Municipal.</p>
<p><em>Fonte: Bem Paraná, com PMC</em></p>
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		<title>Revitalização da Júlio de Castilhos deve valorizar imóveis em 35%</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Aug 2011 16:22:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Campo Grande/MS - A Ordem de Início de Serviço deverá acontecer no próximo dia 20 e as obras começarão já no dia 22 de agosto. Ao todo, as intervenções na via contam com investimentos de mais de R$ 18 milhões]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://www.correiodoestado.com.br/uploads/2011/08/2031485668.jpg"><img src="http://www.correiodoestado.com.br/imagem.php?imagem=uploads/2011/08/2031485668.jpg&amp;altura=500&amp;largura=280" alt="foto" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td align="left">Foto: Denilson Secreta</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">Avenida terá revitalização para desafogar trânsito</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Campo Grande/MS &#8211; Na noite de ontem (09/08) o prefeito Nelson Trad Filho deu sequência às  reuniões com comerciantes e moradores da Avenida Júlio de Castilho, com o  fim de explicar revitalização da via. De acordo com as explanações de  ontem, no trecho entre as ruas Capibaribe e Yokohama, haverá duas  frentes de trabalho, sendo uma centrada nas obras de drenagem e outra na  revitalização da via. O trecho que receberá manutenção de drenagem vai  da Avenida Presidente Vargas à Duque de Caxias.</p>
<p>A revitalização da via resultará em valorização imediata de pelo menos  35% nos imóveis da região, conforme estudo realizado pela Câmara de  Valores Imobiliários de Mato Grosso do Sul (CVI-MS). A Ordem de Início  de Serviço deverá acontecer no próximo dia 20 e as obras começarão já no  dia 22 de agosto. Ao todo, as intervenções na via contam com  investimentos de mais de R$ 18 milhões, sendo 95% do valor oriundo do  programa Pró-Transporte e 5% do Banco Interamericano de Desenvolvimento  (BID). Com duração de 14 meses, a obra será dividida em etapas – 10, ao  todo &#8211; com o fim propiciar o menor impacto possível à rotina de quem  transita pela Júlio de Castilhos.</p>
<p><strong>Reuniões</strong></p>
<p>Ao apresentar o detalhamento do projeto ao grupo de comerciantes e  moradores, Trad salientou que a obra de revitalização da via tem três  componentes importantes: a estruturação urbana, em função da  reestruturação paisagística; a mudança viária que irá dotar a avenida de  melhores condições de tráfego e o sistema de drenagem que vai  compatibilizar o sistema de captação de águas pluviais. “É importante  deixar claro que ninguém veio aqui com ‘achismos’. Nós só trouxemos  certezas, que estão baseadas num projeto bastante sério e que revela o  comprometimento de toda a equipe técnica por conta da alta qualidade.  Aqui, queremos falar com as pessoas para explicar a todos o que vai  acontecer e como essas pessoas serão beneficiadas com a obra”, explica o  prefeito.</p>
<p>A reunião de ontem contou com a equipe técnica do projeto, dentre os  quais estão o secretário municipal de Infraestrutura (Seintrha) João  Antonio De Marco, a coordenadora da Unidade de Programas e Projetos  Especiais (UPPE) Eliane Detoni, além de representantes da Agência  Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) e da empreiteira Consegv,  vencedora da licitação e executora das obras. Comerciantes e moradores  que estiveram na reunião puderam tirar suas dúvidas e inclusive dar  sugestões quanto ás interdições.</p>
<p>Segundo o prefeito, o que vai dar menos desconforto, evitar transtornos  e prejuízos é a informação. Os envolvidos serão avisados dos períodos  de obras. “Temos os recursos para as obras e a determinação de fazer a  mudança. Vamos evitar ao máximo o desconforto”, afirmou Trad Filho. De  acordo com o diretor de Trânsito da Agetran, Janine Bruno, em cada  trecho interditado serão apresentadas soluções de vias alternativas, os  agentes de trânsito estarão presentes orientando os motoristas para os  desvios e auxiliando no uso de outros acessos.</p>
<p><strong>Revitalização </strong></p>
<p>A Avenida Júlio de Castilho caracteriza-se como uma das principais vias  de acesso a diversos bairros densamente povoados da região oeste de  Campo Grande. Possui, ao longo de seu traçado, larguras variadas  decorrentes do alinhamento predial irregular, situação que gera vários  problemas relacionados à circulação, conforto e segurança na via. A  avenida e ruas adjacentes contam ainda com drenagem incompatível e  insuficiente.</p>
<p>O projeto de revitalização da Avenida Júlio de Castilho vai solucionar  essas questões com a reestruturação de 6,8 quilômetros de via com 3,3  quilômetros de drenagem de águas pluviais e mais 9,7 quilômetros nas  ruas vizinhas, promovendo a readequação do sistema de drenagem. As  mudanças irão resultar em um melhor funcionamento e fluidez no trânsito,  dando maior segurança ao pedestre e ao ciclista, trazendo qualidade de  uso da via e melhor mobilidade urbana. A nova via, mais moderna, vai  gerar melhores condições urbanas e ambientais, fatores que resultarão na  valorização dos imóveis não só ao longo da via, como também nas suas  proximidades.</p>
<p><strong>Ciclovias</strong></p>
<p>Uma pesquisa de origem e destino de ciclistas da região foi realizada  há três anos, época em que o projeto de revitalização começou a ser  discutido. Com o levantamento, foi possível apontar rotas cicloviárias  alternativas, que deverão se interligar com as novas ciclovias de  complexos viários que serão inaugurados em breve.</p>
<p><strong>Detalhamento do projeto</strong></p>
<p>O projeto desenvolvido pela UPPE da Prefeitura prevê intervenções que  vão desde a criação de duas faixas de rolamento, incluindo faixa  preferencial para o transporte público e a implantação de canteiros  centrais e manutenção de canteiros existentes. Acabam as conversões à  esquerda com a via recebendo laços de quadra. Com o fim das rotatórias,  terá 17 conjuntos semafóricos sincronizados com a chamada onda verde.</p>
<p>Com a revitalização, a Júlio de Castilho passará a contar com soluções  de acessibilidade com a execução de 13,6 quilômetros de calçadas com  piso tátil e organização visual ao longo das calçadas, por meio de  paginação personalizada de faixa de dois metros, distribuição de  mobiliário e rebaixamentos de meio fio com rampas nas travessias e  pontos de ônibus padronizados. Serão instalados 38 abrigos em paradas de  ônibus.</p>
<p>No aspecto paisagístico, a via passará por mudança na iluminação,  reestruturação de duas praças e criação de 10 largos com áreas  sombreadas para descanso. A via receberá uma nova arborização, com o  plantio de mudas de árvores ao longo de toda a avenida.</p>
<p>As mudanças vão contribuir para que a Avenida Julio de Castilho  complete a integração do complexo viário da região oeste da cidade, o  que irá garantir melhor integração da malha viária e do sistema de  transporte coletivo. Tudo isso irá oferecer agilidade a partir da  racionalidade no sistema viário, além de conforto e segurança à  população usuária.</p>
<p><strong>Histórico </strong></p>
<p>Com a implantação dos corredores de transporte coletivo nos anos de  1970, houve um rápido adensamento populacional na região que circunda a  Júlio de Castilho. A importância da via se consolidou na década de 1990  com a implantação do Terminal de Transbordo que leva o nome da via,  transformando a avenida em um dos principais corredores de transporte  público de Campo Grande. Esta situação contribuiu para o desenvolvimento  da região, mas gerou vários problemas em relação à circulação, conforto  e segurança na via.</p>
<p>Dotada de intenso fluxo de pessoas e canalizando todo o tráfego da  região, a avenida Júlio de Castilho caracteriza-se como uma artéria  comercial e de serviços da região oeste em franca expansão. Atualmente, é  o terceiro maior corredor de transporte coletivo da cidade,  transportando aproximadamente 600 mil passageiros/mês e beneficiando uma  população diretamente atendida de 120 mil pessoas.</p>
<p>Programação de interdições ao longo dos 14 meses de obras:<br />
 Etapa 1 &#8211; Avenida Duque de Caxias até rua Timóteo<br />
 Etapa 2 &#8211; Rua Timóteo até rua Capibaribe<br />
 Etapa 3 &#8211; Rua Capibaribe até rua Iokohama<br />
 Etapa 4 &#8211; Rua Iokohama até rua Guiratinga<br />
 Etapa 5 &#8211; Rua Guiratinga até rua Manoel Ferreira<br />
 Etapa 6 &#8211; Rua Manoel Ferreira até avenida Presidente Vargas<br />
 Etapa 7 &#8211; Avenida Presidente Vargas até avenida dos Crisântemos<br />
 Etapa 8 &#8211; Avenida dos Crisântemos até avenida Aeroclube<br />
 Etapa 9 &#8211; Avenida Aeroclube até rua Itaipu<br />
 Etapa 10 -Rua Itaipu até avenida Noroeste</p>
<p><em>Fonte: Correio do Estado</em></p>
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		<title>Salão de imóveis terá unidades a partir de R$ 68 mil</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Aug 2011 15:54:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[6º Salão de Negócios Imobiliários da Bahia, que será realizado desta quarta-feira até o próximo domingo, dia 4 de setembro, no Centro de Convenções]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Leonardo Leão, A Tarde Online</em></p>
<div id="fotos">
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<div><span style="font-size: x-small;">Fernando Amorim /Agência A TARDE</span></div>
<p><img title="Bancos vão oferecer serviços e orientações sobre linhas de crédito imobiliário" src="http://www.atarde.com.br/arquivos/2011/08/242121.jpg" border="0" alt="Bancos vão oferecer serviços e orientações sobre linhas de crédito imobiliário" /></p>
<div>Bancos vão oferecer serviços e orientações sobre linhas de crédito imobiliário</div>
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</div>
<p>Comercializar 500 unidades habitacionais em cinco dias,  movimentando cerca de R$ 500 milhões em vendas diretas e financiamentos.  Esta é a expectativa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi) para o 6º Salão de Negócios  Imobiliários da Bahia, que será realizado desta quarta-feira até o  próximo domingo, dia 4 de setembro, no Centro de Convenções.</p>
<p>O  evento contará com mais de 40 expositores, que  disponibilizarão ao público unidades com preços que variam de R$ 68 mil a  R$ 2,5 milhões, cobrindo praticamente todas as regiões de Salvador.  Entre os imóveis, 21 novos empreendimentos deverão ser lançados durante o Salão.</p>
<p>Os organizadores do evento esperam atrair um total de 30 mil  visitantes. Entre eles, pessoas como o engenheiro de automação Diego  Bastos Cruz, 28 anos, que desde o início do ano trocou a região do  Iguatemi pelo Cabula e, agora, pretende comprar um apartamento no bairro para se livrar do aluguel. “Como nos adaptamos facilmente ao lugar, decidimos adquirir um imóvel aqui mesmo”.</p>
<p>Casado com a estudante de pedagogia Lívia Cruz, 28 anos, e pai do  pequeno Beni, de um ano e três meses, Diego tem visitado apartamentos  com três quartos e faz os cálculos para pagar um imóvel acima de R$ 250  mil. “Queremos condomínios que ofereçam segurança e infraestrutura de  lazer”, diz.</p>
<p>Já o músico e produtor Luiz Fernando Tude, 40 anos, também está à  procura de um três quartos, mas nos bairros do Rio Vermelho, Pituba ou  Costa Azul, para se mudar do Itaigara com a esposa e o filho de apenas  dois meses de idade.</p>
<p>“A gente ainda mora de aluguel e há um tempo queremos comprar um  imóvel. Pensamos em algo em torno de R$ 200 mil, mas sei que é difícil  conseguir algo novo com esse preço nas áreas que queremos”, diz.</p>
<p>Para orientar os compradores, incorporadoras e imobiliárias  disponibilizarão profissionais para auxiliar na simulação de  financiamentos e no levantamento da documentação  para a obtenção das  cartas de crédito.<strong></strong></p>
<p><strong>Bancos -</strong> Além disso, o Salão Imobiliário contará com  estandes do Bradesco, Caixa  e Banco do Brasil, que oferecerá a  possibilidade de casais homoafetivos somarem renda para composição dos  financiamentos, conforme a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). O  Banco do Brasil anunciou ainda que trabalhará com o financiamento de até  90% do valor do imóvel. Já os demais bancos operarão com seus limites  padrões, 80% no caso do Bradesco e 85%, a Caixa.</p>
<p>Apesar da presença das instituições financeiras, os compradores  poderão se valer das linhas de crédito de outros bancos, inclusive os  que já são correntistas. Entretanto, em todos os casos, deve-se ficar  atento às diferentes taxas de juros.</p>
<p>Para se ter uma ideia, uma pessoa de 35 anos, casada, com renda  familiar (quando de inclui o cônjuge) entre R$ 6 mil e R$ 6,5 mil, que  pretenda adquirir imóvel no valor de R$ 200 mil, financiando 80% do  valor com um prazo de pagamento de 360 meses pode arcar com juros que  variam de 9% a 11% ao ano, dependendo do banco.</p>
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		<title>Copan já tem &#039;promessa&#039; de R$ 5 milhões para fachada, diz síndico</title>
		<link>http://www.sindicotv.net/copan-ja-tem-promessa-de-r-5-milhoes-para-fachada-diz-sindico/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 03:46:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Recuperação de edifício projetado por Niemeyer é estimada em R$ 24 milhões.
'Edifício está na crista da onda', diz moradora; prédio tem 1.160 apartamentos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-size: medium;">Recuperação de edifício projetado por Niemeyer é estimada em R$ 24 milhões.<br />
 &#8216;Edifício está na crista da onda&#8217;, diz moradora; prédio tem 1.160 apartamentos.</span></h2>
<div>
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<p><em><strong>Maria Angélica Oliveira</strong> Do G1, em São Paulo</em></p>
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<div><img title="Copan (Foto: Arte/G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/07/16/620x460_copan.jpg" alt="Copan (Foto: Arte/G1)" width="620" height="460" /></div>
<p>Um dos sonhos do administrador de empresas Affonso Celso Prazeres de  Oliveira está cada vez mais próximo de se realizar. Síndico do edifício  Copan, localizado no Centro de São Paulo, ele já conseguiu uma  “promessa” de investimento de R$ 5 milhões para a restauração da fachada  do prédio caso outros parceiros também adotem o projeto, orçado em  aproximadamente R$ 24 milhões. O maior desejo de Oliveira, no entanto,  não poderá ser realizado.</p>
<p>“Seria restaurar o projeto original do Oscar Niemeyer, mas isso é  inviável, é impossível, é utopia. Como a gente só pode sonhar de olhos  abertos, se eu conseguir entregar, ao final da minha gestão, esse prédio  restaurado na sua fachada para os próximos 50 anos, se tiver certeza de  que quem vier a me substituir manterá esse esforço que foi feito, eu  estarei realizado”, diz.</p>
<p>O edifício tem 30 andares e se destaca na Avenida Ipiranga por sua  fachada de linhas curvas, como uma grande onda. O projeto original de  Niemeyer, da década de 50, previa a construção de um edifício  residencial de 30 andares e de um hotel com 600 apartamentos. A obra  acabou prejudicada por problemas financeiros das empresas responsáveis, e  apenas o prédio residencial foi construído. Os primeiros moradores  chegaram no início da década de 60.</p>
<div><img title="Laís Oreb, jornalista, moradora do Copan (Foto: Daigo Oliva/G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/07/15/lais300.jpg" alt="Laís Oreb, jornalista, moradora do Copan (Foto: Daigo Oliva/G1)" width="300" height="225" /><br />
 <span style="font-size: x-small;"><strong>Laís Oreb, jornalista, moradora do Copan há 26 anos (Foto: Daigo Oliva/G1)</strong></span></div>
<p>São 1.160 apartamentos e 1.453 mil moradores atualmente &#8211; 754 homens e  699 mulheres, segundo Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e  Estatística (IBGE). O edifício tem 121 moradores de até 14 anos, 327  pessoas na faixa de 15 a 29 anos, 762 adultos de 30 a 59 anos e 243  idosos com mais de 60 anos.</p>
<p>Mas, segundo a administração do Copan, uma pesquisa realizada por  alunos da Universidade de São Paulo (USP) há cinco anos contabilizou 3,6  mil moradores.</p>
<p>A restauração da fachada deve valorizar ainda mais o edifício, exemplo  do boom imobiliário no país. Superadas algumas décadas de decadência, o  Copan tem quitinetes de 26 metros quadrados sendo vendidas por R$ 160  mil e apartamentos de 219 metros quadrados por R$ 800 mil. Atualmente,  por onde se anda no edifício, há barulho de reforma nos apartamentos –  sinal do ritmo frenético de valorização e de novos moradores chegando.</p>
<p>“Antigamente tinha apartamento alugado para programa. Acontece que os  aluguéis foram aumentando e esse tipo de apartamento começou a ficar  deslocado. E agora como o Copan está na crista da onda, os preços  subiram”, analisa a jornalista Laís Fagundes Oreb, que mora ali há 26  anos.</p>
<p>“Tenho dois pedreiros que moram aqui e tenho banqueiro aqui dentro  também. Tem atriz. Tem pessoas da Alemanha, Coreia, China, Paraguai,  Bolívia, Colômbia, EUA, Argentina, França, Portugal, Itália, tem  japoneses. Temos um pouquinho do mundo aqui”, diz o síndico.</p>
<div><img title="Jerra Schuessler, moradora do Copan, e o filho, Igor (Foto: Daigo Oliva/G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/07/15/jerra300.jpg" alt="Jerra Schuessler, moradora do Copan, e o filho, Igor (Foto: Daigo Oliva/G1)" width="300" height="400" /><br />
 <span style="font-size: x-small;"><strong>Jerra Schuessler, moradora do Copan, e o filho, Igor (Foto: Daigo Oliva/G1)</strong></span></div>
<p><strong>Investimento</strong><br />
 A secretária Jerra Schuessler trocou de apartamento três vezes desde  1997, mas sempre dentro do Copan. Ela começou morando sozinha num  apartamento menor e se mudou para outros maiores para acomodar melhor o  filho, que hoje tem 11 anos.</p>
<p>“Se tiver que morar em outro lugar, eu vou. Mas vender meu apartamento, não. É o futuro do meu filhote”, diz.</p>
<p>O filho dela, Igor, é uma das minorias entre os moradores, segundo o  levantamento do IBGE. O Censo aponta que 8,3% da população do Copan têm  menos de 14 anos.</p>
<p>“Acho o prédio legal. Sempre no Ano Novo a gente vai lá em cima (no  terraço), que é bem alto”, afirma. Sem playground, ele acaba ficando  dentro do apartamento e se distraindo com televisão, computador e  videogame.</p>
<p>Severino Avelino da Silva Filho, de 35 anos, um dos encarregados da  limpeza do Copan, tem uma quitinete no prédio, mas prefere alugar para  morar em uma casa maior com a família.</p>
<p>É ele quem recebe equipes de gravação de comerciais com atores e  atrizes e turistas. Para ele, câmeras e gente famosa não são mais  novidade. “Participei de um documentário de um pessoal da Alemanha. Me  acompanharam de casa até o trabalho. Já fiz mais de oito entrevistas”,  diz.</p>
<p>No terraço, Severino explica que o 32º andar equivale a uma altura  maior, dada a galeria do térreo, e que o local com uma vista  privilegiada para a cidade era frequentado por usuários de droga no  período de decadência do Copan. Agora, cabe a ele guardar as chaves que  dão acesso ao terraço e fazer rondas constantemente pelo prédio.</p>
<div><img title="Severino Avelino da Silva Filho, encarregado da limpeza do Copan (Foto: Daigo Oliva/G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/07/15/severino300x225.jpg" alt="Severino Avelino da Silva Filho, encarregado da limpeza do Copan (Foto: Daigo Oliva/G1)" width="300" height="225" /><br />
 <span style="font-size: x-small;"><strong>Severino Avelino da Silva Filho, encarregado da limpeza do Copan (Foto: Daigo Oliva/G1)</strong></span></div>
<p>Sempre carregando um rádio para se comunicar com a equipe de  funcionários, ouve queixas de moradores, fiscaliza a manutenção dos  elevadores, desce todos os dias os 32 andares da escada externa para  verificar a limpeza e nunca deixa de prestar atenção às visitas para  evitar prostituição. “Se você vê alguém trazendo três ou quatro pessoas  já fica esperto”, diz.</p>
<p>A auxiliar administrativa Vera Lúcia Vidal, moradora do prédio há 15  anos, reconhece que a “fiscalização” dos funcionários mudou o perfil do  prédio. “Quando eu me mudei, tinha 18 anos e morava sozinha no 28º  andar. Tinha muita briga de casais, muita garota de programa. De lá pra  cá mudou bastante, tem segurança em todos os andares que passam a cada  meia hora. Então, melhorou muito”, reconhece.</p>
<p><strong>Salão de estética e loja de orgânicos</strong><br />
 A jornalista Laís Oreb aproveita a vantagem de ter um centro comercial  com 48 lojas ao alcance do elevador, no térreo do edifício. Há  restaurantes de comida japonesa, italiana e mexicana, lojas de lingerie,  de roupas e calçados, de chocolate, óptica, alfaiataria, lavanderia,  lan house, clínica odontológica e muitos salões de beleza. Atualmente, o  local preferido dela é uma loja de produtos naturais. Sim, os orgânicos  chegaram ao Copan e estão fazendo sucesso.</p>
<p>“O movimento surpreendeu, e não fizemos nenhuma ação de marketing  ainda. Fomos bem aceitos”, conta Helena Loterio Terentin, sócia da loja,  aberta há cerca de um mês. Um dos hits do local é a feirinha de  verduras e legumes orgânicos, montada numa banca logo na entrada da loja  ao lado de uma geladeira com sucos de amora e outras frutas que fogem  do básico. Quem quiser almoçar tem a opção de escolher pratos preparados  por uma nutricionista.</p>
<div><img title="Vera Lúcia Vidal, auxiliar administrativa, e a filha, Ana Paula Vidal, de 12 anos, moradoras do Copan (Foto: Daigo Oliva/G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/07/15/vera300.jpg" alt="Vera Lúcia Vidal, auxiliar administrativa, e a filha, Ana Paula Vidal, de 12 anos, moradoras do Copan (Foto: Daigo Oliva/G1)" width="300" height="225" /><br />
 <span style="font-size: x-small;"><strong>Vera Lúcia Vidal, auxiliar administrativa, e a filha, Ana Paula Vidal, de 12 anos (Foto: Daigo Oliva/G1)</strong></span></div>
<p>Outra novata no comércio do Copan é a esteticista Janaína Eid Ferraz.  Há menos de um ano, abriu um salão de beleza no térreo, ao lado de outro  salão, e resolveu captar um público disposto a pagar por serviços mais  especializados – e caros &#8211; como massagem e estética.</p>
<p>“É difícil ser novo onde todo mundo tem 15, 20 anos. Estamos formando clientela”, diz ela.</p>
<p><strong>Publicidade no Copan</strong><br />
 Se viabilizado, o projeto do Copan será o segundo na capital paulista a  utilizar um decreto que regulamentou a Lei Cidade Limpa para financiar  sua própria restauração com publicidade estampada em telas protetoras ou  tapumes. Neste ano, o edifício Guinle, na Rua Direita, começou a ter a  fachada restaurada. O projeto foi financiado por uma empresa de calçados  que é proprietária do prédio.</p>
<p>No caso do Copan, a contrapartida oferecida aos investidores é um  painel de cerca de 2 mil metros quadrados a ser estendido na fachada do  prédio enquanto durarem os trabalhos de restauração, estimados em três  anos. O “outdoor” traria os logotipos das empresas patrocinadoras e  luzes de LED para destacar o anúncio também à noite. A expectativa é  vender até quatro cotas, ou seja, ter, no máximo, o nome de quatro  empresas diferentes anunciadas no painel.</p>
<p>“O trabalho de prospecção está indo bem, melhor do que a gente  esperava. Chamamos o grande programa de master. É o que vai ficar com a  maior proporção de investimento e vai ter a garantia de ter sua imagem  24 horas por dia. Os três outros parceiros terão apenas parte da noite  como espaço publicitário. Mas isso pode ser ajeitado de acordo com o  interesse dos investidores. (&#8230;) Só tenho uma promessa de aporte de R$ 5  milhões. Preciso buscar o resto”, diz Oliveira.</p>
<div><img title="Affonso Celso Prazeres de Oliveira, síndico do Copan (Foto: Daigo Oliva/G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/07/15/sindico300x400.jpg" alt="Affonso Celso Prazeres de Oliveira, síndico do Copan (Foto: Daigo Oliva/G1)" width="300" height="400" /><br />
 <span style="font-size: x-small;"><strong>Affonso Celso Prazeres de Oliveira, síndico do Copan (Foto: Daigo Oliva/G1)</strong></span></div>
<p>O painel ocupará um percentual de aproximadamente 10% da área total da fachada.</p>
<p>O síndico não diz quantos apartamentos serão afetados pela colocação da  tela porque, alega, isso ainda dependerá da posição em que ela ficará. É  certo que o painel vai reduzir a visibilidade e a claridade nos  apartamentos que cobrir. Mas, segundo ele, a medida foi votada em  assembleia.</p>
<p>A diretora de paisagem urbana da Prefeitura de São Paulo, Regina  Monteiro, diz que a administração do Copan ainda precisa fazer ajustes  no projeto e apresentar uma proposta final. Segundo ela, a publicidade  do patrocinador não será um slogan, mas uma mensagem informando que a  empresa está cooperando com o projeto.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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		<title>Condomínios industriais dobrarão até 2014, diz consultoria</title>
		<link>http://www.sindicotv.net/condominios-industriais-dobrarao-ate-2014-diz-consultoria/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Jul 2011 13:52:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em dois anos, total construído passou de 3,4 milhões de metros quadrados para 5,1 milhões]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Consultoria estima que inventário de condomínios industriais ultrapassará 10 milhões de m2, até 2014.</p>
<p><img src="http://www2.imovelweb.com.br/noticias/getattachment/c6937ae8-d2dd-435b-bd1e-9bee89b53fd1/-Condominios-industriais-dobrarao-ate-2014-.aspx?width=600&amp;height=400" border="0" alt="" /></p>
<p>Hoje, os condomínios industriais somam 5,1 milhões de m2.</p>
<p> <strong>Nacional</strong> – Pesquisa da Colliers International Brasil  conclui que a evolução do inventário de condomínios industriais passou  de 3,4 milhões de metros quadrados em 2009, para 5,1 milhões de m² em  2011.</p>
<p> A consultoria estima que o número tende a dobrar, tornando o inventário  de condomínios industriais no Brasil próximo de 10,7 milhões de m², até o  final de 2014.</p>
<p> De acordo com a pesquisa, o Sudeste será responsável por 83% desse  crescimento. Os estados de São Paulo e Rio de Janeiro devem apresentar  maior participação neste novo inventário, com 65% e 11%,  respectivamente.</p>
<p> No primeiro trimestre de 2011, a vacância no mercado nacional de  condomínios industriais apresentou taxa de 8,5%, apontando uma queda de  0,2% em relação ao trimestre anterior, comenta a Colliers.</p>
<p> “O cenário macroeconômico nacional tem influenciado a expansão dos  condomínios industriais no país, desde o final de 2009. Apesar do  momento econômico favorável, a velocidade de absorção em algumas  regiões, tal como o Estado de São Paulo, apresenta-se abaixo da média  nacional, em razão da grande quantidade de condomínios lançados em curto  período de tempo”, diz a Colliers Brasil em nota.</p>
<p><em>Fonte: Imovelweb</em></p>
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		<title>Quanto custa o condomínio nos principais bairros de São Paulo</title>
		<link>http://www.sindicotv.net/quanto-custa-o-condominio-nos-principais-bairros-de-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 15:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A região mais cara da cidade está nos Jardins, onde a cota média beira os 900 reais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-size: medium;">A região mais cara da cidade está nos Jardins, onde a cota média beira os 900 reais</span></h2>
<div><em>Marcela Ayres, de Exame.com</em></div>
<div>
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<p><span style="font-size: x-small;">Wikimedia Commons</span></p>
<p><img title="Jardim Paulistano" src="http://exame.abril.com.br/assets/pictures/31683/size_590_jardim_paulistano_590.jpg?1307998258" alt="Jardim Paulistano" /></p>
<p>Região dos Jardins: condomínio mais caro da capital paulista</p>
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<p>São Paulo &#8211; Quem tem apartamento, sabe: além do aluguel ou  financiamento, o preço do condomínio também abocanha uma parcela  generosa do orçamento todos os meses. Segundo levantamento da empresa de  administração condominial Lello, o custo médio cobrado pela manutenção  dos prédios em São Paulo é de 642,12 reais.</p>
<p>É verdade que essa despesa não subiu tão rapidamente nos últimos três  anos. A alta foi de 14%, contra 18,4% do IGP-M, índice comumente  utilizado para reajuste anual dos aluguéis. Isso acontece porque a  variação do condomínio não é indexada à um indicador específico. Ela  depende, em boa parte, das despesas do edifício e da capacidade de  negociação do síndico junto aos prestadores de serviços. Eventuais  necessidades que surgem com o passar do tempo, como a contratação de  mais porteiros e faxineiras, por exemplo, também explicam essa  oscilação.</p>
<p>Dados da Lello mostram que cerca de 54% do valor do condomínio cobre a  folha de funcionários do prédio. As concessionárias de água e energia  ficam com outros 20%, enquanto os contratos de manutenção de elevadores,  bombas e portões representam cerca de 11% da conta. O restante é  dividido entre compras de materiais e despesas com administração.</p>
<p>Por outro lado, a diferença entre os valores praticados nas diferentes  partes da cidade cresceu significativamente. O estudo avaliou os  condomínios de 1.200 prédios, divididos em oito grandes regiões. A  variação entre os valores apurados chega a 117%. Em 2008, esse  percentual era de 77%.</p>
<p>Os condomínios mais baratos de São Paulo ficam na região de Santana, na  zona norte, com valor médio de 412 reais. As cotas mais caras, por sua  vez, são pagas nos Jardins, onde o preço médio do condomínio é de 894  reais. &#8220;Há muitos empreendimentos com poucos apartamentos e muitos  serviços, o que demanda maior número de funcionários e mais gastos com  manutenção&#8221;, diz Angélica Delgado Arbex, gerente da Lello.</p>
<p>Confira os preços médios cobrados nas diferentes regiões da capital paulista:</p>
<p><strong>Condomínios mais caros</strong><br />
 1.  Jardins (Jardim Paulista, Jardim Paulistano, Jardim América, Jardim  Europa, Cerqueira César, Bela Vista, parte de Pinheiros e do Itaim) &#8211;  894 reais<br />
 2. Morumbi (Panamby, Vila Sônia e Vila Andrade) &#8211; 889 reais <br />
 3. Moema (Campo Belo, Ibirapuera, Vila Nova Conceição, Santo Amaro e parte do Itaim) &#8211; 842 reais<br />
 4.  Perdizes (Jaguaré, Vila Leopoldina, Alto de Pinheiros, parte de  Pinheiros, Vila Madalena, Barra Funda, Santa Cecília e Higienópolis) &#8211;  687 reais</p>
<p><strong>Condomínios mais baratos</strong><br />
 1.  Santana (Vila Guilherme, Freguesia do Ó, Limão, Casa Verde, Vila Maria,  Vila Medeiros, Jaçanã, Mandaqui e Tremembé) &#8211; 412 reais <br />
 2. Mooca (Pari, Brás, Belém, Vila Prudente, Sacomã e parte do Ipiranga) &#8211; 444 reais <br />
 3. Tatuapé (Vila Carrão, Vila Formosa, Penha, Vila Matilde, Aricanduva e Sapopemba) &#8211; 473 reais<br />
 4. Vila Mariana (Liberdade, Cambuci, Saúde, Cursino, Jabaquara e parte do Ipiranga) &#8211; 496 reais</p>
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		<title>Vale do Paraíba é nova rota de galpões</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 05:11:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dois eixos distintos atraíram os investidores de galpões industriais em São Paulo - de um lado as margens das rodovias Anhanguera e Bandeirantes e, de outro, da Castelo Branco]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dois eixos distintos atraíram os investidores de galpões industriais  em São Paulo &#8211; de um lado as margens das rodovias Anhanguera e  Bandeirantes e, de outro, da Castelo Branco. Com preços 25% abaixo da  média e áreas reaproveitadas de antigas fábricas, o Vale do Paraíba  começa a surgir como potencial mercado para investidores e opção para  empresas que procuram instalações de logística e armazenagem.</p>
<p>Segundo  estudo da Herzog, empresa de consultoria em imóveis industriais e  comerciais, o interior de São Paulo possui 1,6 milhão de metros  quadrados de área construída de galpões e condomínios industriais, de um  total de 2,8 milhões em todo o Estado. O Vale do Paraíba representa  21,5% do interior e 12% do Estado. &#8220;Há um grande potencial de  crescimento, principalmente pela localização estratégica, entre Rio de  Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo e a mão de obra qualificada&#8221;, diz  Simone Santos, diretora da Herzog.</p>
<p>O Vale do Paraíba tem um  mercado diferente de outras regiões. De acordo com o levantamento, 75%  de seu estoque é composto por imóveis antigos que foram adaptados para o  uso de condomínios industriais. O movimento começou a partir de 2006  quando empresas de grande porte &#8211; a maioria com áreas grandes demais  para mercados em declínio &#8211; optaram por transformar seus imóveis em  condomínios, alugando os espaços vagos para outras companhias. Foi o  caso da Kodak e Lolypop, segundo a Herzog. &#8220;A Fujifilm vendeu sua  fábrica em Caçapava para um investidor, que demoliu o espaço e vai  reconstruir a área&#8221;, exemplifica Simone.</p>
<p>Como a maioria dos  galpões disponíveis são readaptações e instalações de qualidade inferior  &#8211; e o primeiro condomínio industrial, de fato, só foi erguido em 2010 &#8211;  a taxa de imóveis vagos na região é muito elevada: 41% para uma média  de 19,5% no interior paulista.</p>
<p>Por esse motivo, os preços ainda  são baixos &#8211; o que é positivo para potenciais ocupantes, mas nem tanto  para investidores. Os preços oscilam entre R$ 12 (nos imóveis antigos)  a, no máximo, R$ 14,50 nos novos. A média do aluguel do metro quadrado  no interior é de R$ 17 o m2, chegando a R$ 19 m2 em Campinas e Jundiaí.  Já na Grande São Paulo, os preços oscilam de R$ 18 a R$ 22, chegando a  R$ 24 em Barueri.</p>
<p>Além de um condomínio de galpões industriais de 83 mil m2 (com um terço alugado), há outro de 150 mil m2 em construção.</p>
<p>Região  de empresas tradicionais como Embraer e Johnson &amp; Johnson, o Vale  do Paraíba vai receber novas indústrias. A montadora chinesa Chery, que  comprou uma área de 1,2 milhão de m2 em Jacareí e deve começar a  construção em 2012. A chinesa de máquinas pesadas Sany, que já está em  São José dos Campos, comprou uma nova área de 568 mil m2. A portuguesa  Amob, de máquinas e ferramentas, adquiriu uma área em Jacareí. Usará 20  mil m2 para instalação de sua fábrica no Brasil e alugará mais 70 mil m2  a terceiros.</p>
<p><em> Fonte: Valor Econômico/Daniela D&#8217;Ambrosio</em></p>
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